Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10174/4516

Title: Formação do Solo - Processos de Meteorização
Authors: Sampaio, Elsa
Keywords: meteorização física
meteorização química
Issue Date: 2011
Publisher: Universidade de Évora
Citation: Sampaio, E. 2011, Formação do Solo -Processos de Meteorização, pp.19, Évora
Abstract: Quando se procura entender as razões das diferenças e da diversidade dos solos é indispensável analisar quais são os factores que influem na sua formação e evolução. Para entender a formação do solo é indispensável considerar não só os fenómenos que ocorrem no próprio perfil mas que, de um modo geral, o solo é o resultado de um balanço entre processos de formação e processos de degradação, como é o caso da erosão, entre muitos outros. À medida que se aproximam da superfície do planeta, as rochas vão procurando adaptar-se às condições existentes à superfície, onde as pressões baixas, as temperaturas baixas e variáveis e a abundância de água, contrastam de um modo geralmente bastante drástico com as condições que presidiram à génese dessas mesmas rochas. A meteorização é, então, o processo pelo qual as rochas se fragmentam e adaptam à superfície da Terra, de forma a procurarem um equilíbrio estável à superfície. Há dois tipos fundamentais de meteorização: a física e a química. Na meteorização física os produtos resultantes deste processo apresentam a mesma composição química da rocha original, ocorrendo apenas uma acção mecânica, que leva à facturação das rochas em fragmentos mais pequenos. Os mecanismos mais importantes são: Fissuração e Desagregação. Na meteorização química, os produtos resultantes deste processo apresentam uma composição química diferente da das rochas originais, o que é devido a terem ocorrido reacções químicas entre a rocha e os elementos da atmosfera. Em todo este processo, a água vai ser o agente principal. Assim, o grau de meteorização química vai depender da taxa de precipitação. À medida que se vai dando a meteorização de uma rocha, os produtos resultantes vão formando uma capa que é o chamado rególito, o qual pode ter uma espessura de alguns milímetros até centenas de metros, dependendo principalmente do tipo de clima.
URI: http://hdl.handle.net/10174/4516
Type: other
Appears in Collections:ICAAM - Publicações de Carácter Pedagógico

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