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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <title>Oração Académica na presença de suas Majestades</title>
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    <description>Title: Oração Académica na presença de suas Majestades
Authors: Forte Azevedo, Manuel
Abstract: Integrado-se na corrente das Luzes, Azevedo Fortes foi engenheiro do exército tendo a sua formação na área das ciências exactas muito contribuído para a coloração da sua obra. É autor do primeiro tratado sobre lógica integralmente escrito em português, quebrando o anterior monopólio do latim, a Lógica Racional Geométrica e Analítica, publicada em Lisboa em 1744.&#xD;
Nesta obra procurou realizar um compromisso entre o sensismo de John Locke e o inatismo de Descartes, nomeadamente no plano da teoria das ideias, tema que o arrastou para um plano relativamente sincrético. Reveste-se todavia de grande interesse para o estudo de um dos temas maiores do nosso iluminismo, atendendo à sua vertente pedagogista: o conceito de método. Aliás, sobre este mesmo tema elaborou outro texto que se conserva ainda manuscrito (Ms. 3127 da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, fols. 148-154). Outra vertente essencial destes seus textos é a primazia atribuída ao paradigma geométrico, vigente entre os teóricos das Luzes.&#xD;
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De um modo global, apresenta as grandes linhas da lógica cultivada entre os iluministas, nomeadamente a redução do espaço da lógica artificial em favor da lógica natural, bem como uma orientação psicologista que em muito contribuirá para o desprestígio da lógica formal.&#xD;
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A. F. admitiu, como Descartes, o dualismo da substância - a espiritual e a corpórea -, aceitou a teoria corpuscular contra a «errada concepção das formas substanciais», admitiu a res cogitans como evidência e desenvolveu, também na esteira de Descartes, uma concepção vincadamente mecanicista da física do corpo humano.</description>
    <dc:date>2013-01-29T16:58:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/265">
    <title>Certame physico-mathemático sobre a astronomia</title>
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    <description>Title: Certame physico-mathemático sobre a astronomia
Authors: Almeida, Theodoro de; Portella, Gonçalo
Abstract: A decada de 1750 é a da plena afirmação de Teodoro de Almeida, que ganha prestígio crescente como pregador, mas sobretudo como escritor e divulgador de temas científicos. Os volumes da Recreação sucedem-se a ritmo veloz, publicando-se o sexto em 1762. Em 1752 o pe. João Baptista inicia as conferência de Filosofia Experimental - ou Filosofia Natural - na Casa das Necessidades, beneficiando do excelente equipamento de laboratório doado à Congregação por D. João V, nas quais o seu discípulo viria a ter papel de destaque. As conferências eram abertas ao público e foram um sucesso, chegando a registar mais de 400 assistentes, entre os quais o próprio monarca. Todavia o fenómeno ficou algo a dever à curiosidade de salão, sem que todos os que a ela assistiam pudessem ter a percepção do que estava realmente em jogo do ponto de vista científico.&#xD;
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Enquanto expoente desta popularidade da divulgação científica, Almeida foi alvo de várias críticas e polémicas, sendo acusado de desvios em relação à ortodoxia religiosa e de ser plagiário. De entre os que vieram em sua defesa salienta-se o jesuíta Inácio Monteiro, autor de uma obra importante obra pedagógica também.&#xD;
Da obra ficou sobretudo o grande projecto enciclopédico que foi a Recreação Filosófica (com os volumes I a VI sobre a Filosofia Natural, o VII sobre a Lógica, e os últimos três sobre a Ética e a Moral), complementada pelas Cartas Físico-Matemáticas (3 vols., 1784-1798), sendo aquela a obra que leva mais longe e ao mesmo tempo marca os limites das possibilidades da Ilustração católica portuguesa. Mas além destas deixou muitos mais escritos, como o Feliz Independente do Mundo e da Fortuna (3 vols., com 2ª ed. corrigida em 1786), o mais celebrado dos seus livros sobre espiritualidade.</description>
    <dc:date>2013-01-28T17:54:10Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/264">
    <title>Elementos de geometria plana e sólida, segundo a ordem de Euclides</title>
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    <description>Title: Elementos de geometria plana e sólida, segundo a ordem de Euclides
Authors: Campos, Manuel
Abstract: Os Elementos sao - a seguir a Biblia - provavelmente, o livro mais reproduzido e estudado na historia do mundo ocidental. Obra admirada pelos matemáticos e filósofos de todos os países e de todos os tempos pela pureza do estilo geometrico e pela concisao luminosa da forma, modelo logico para todas as ciencias fisicas pelo rigor das demonstraçoes e pela maneira como sao postas as bases da geometria.&#xD;
Sao raros os livros que tem sido tao editados, traduzidos e comentados como os Elementos de Euclides. Na antiga Grecia, esta obra foi comentada por Proclo (410 - 485), Herão (c. 10 - 75) e Simplício (490 - 560); na Idade-Média foi traduzida em latim e arabe; apos a descoberta da imprensa, fizeram-se dela numerosas ediçoes em todas as linguas europeias. A primeira destas ediçoes foi a de Campano (1220 - 1296), em latim, publicada em 1482, edição usada por Pedro Nunes, que a citou numerosas vezes nas suas obras.&#xD;
Em Portugal, publicou Angelo Brunelli no ano 1768 uma traduçao em portugues dos seis primeiros livros, do undecimo e do duodecimo. Para esta tradução serviu-se da versão latina de Frederico Comandino e fe-la seguir de algumas notas com que Roberto Sinson tinha ilustrado esta versao. Este livro, foi outrora muito usado nas escolas portuguesas razao pela qual se fizeram novas edições da traduçao de Brunelli em 1790, 1792, 1824, 1835, 1839, 1852, 1855 e 1862.</description>
    <dc:date>2013-01-28T17:28:24Z</dc:date>
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