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http://hdl.handle.net/10174/41558
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| Title: | ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NO CONTEXTO DO ABORTO ESPONTÂNEO |
| Authors: | Torrens, Marina Jiménez, Beatriz Giménez, Irene Bilro, Paula Zangão, Maria Otília Brites |
| Editors: | Lopes, Manual |
| Keywords: | Aborto Assistência ao Parto Enfermeiro Obstetra Intervenção Psicossocial |
| Issue Date: | Jul-2025 |
| Publisher: | Revista RIASE |
| Citation: | Torrens, M. F., Jiménez, B. P., Giménez, I. R., Bilro, P. V., & Zangão, O. B. (2025). ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NO CONTEXTO DO ABORTO ESPONTÂNEO. Revista Ibero-Americana de Saúde e Envelhecimento, 6-16 Páginas. https://doi.org/10.60468/R.RIASE.2025.11(0).764.6-16 |
| Abstract: | Introdução: A perda gestacional espontânea é uma
experiência comum, mas ainda amplamente silen-
ciada nos serviços de saúde, trazendo implicações
significativas para a saúde mental das mulheres.
Apesar da frequência deste evento, o cuidado emo-
cional permanece subvalorizado, e os profissionais
de saúde, especialmente os enfermeiros obstetras,
enfrentam desafios para oferecer uma atenção ade-
quada, empática e humanizada. Objetivo: Analisar
a intervenção do enfermeiro obstetra no acompa-
nhamento emocional durante o aborto espontâneo,
com enfoque nos cuidados físicos e emocionais pres-
tados à mulher, com base nas estratégias de cuidado
descritas na literatura. Metodologia: Realizou-se uma
revisão integrativa conforme o método do Joanna
Briggs Institute (JBI, 2024), com busca na PubMed
e EBSCOhost (2020-2025). Foram incluídos estudos
em português, espanhol e inglês que abordassem o
acompanhamento emocional por enfermeiros obste-
tras durante o aborto espontâneo. A seleção seguiu
critérios de qualidade utilizando a ferramenta de
avaliação crítica do JBI e o protocolo PRISMA,
resultando em 6 artigos para análise final. Resultados:
Constatou-se que a atuação do enfermeiro obstetra
tem impacto direto na experiência emocional da
mulher perante a perda gestacional. Estratégias como
a escuta ativa, a validação da perda, a criação de
memórias e a intervenção cognitivo-comportamental
mostraram-se eficazes na diminuição dos sintomas
de luto pós-aborto. No entanto, a maioria dos enfer-
meiros obstetras relatam não se sentirem prepara-
dos para lidar com estas situações. Evidenciaram-se
também lacunas na formação de base e contínua,
ausência de protocolos específicos e barreiras insti-
tucionais, como a sobrecarga laboral, a invisibilidade
do tema e a falta de apoio emocional ao próprio
enfermeiro obstetra. Conclusão: A intervenção do
enfermeiro obstetra no contexto do aborto é essencial
para garantir uma atenção integral, ética e huma-
nizada. É urgente investir em formação específica,
reforçar os protocolos institucionais e reconhecer o
papel fundamental dos enfermeiros obstetras na
humanização do cuidado emocional durante a perda
gestacional. |
| URI: | http://hdl.handle.net/10174/41558 |
| Type: | article |
| Appears in Collections: | ENF - Publicações - Artigos em Revistas Nacionais Com Arbitragem Científica
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