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http://hdl.handle.net/10174/41274
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| Title: | Climate-related health risks and the willingness to pay for climate-change mitigation |
| Authors: | Coelho, Maria João Palma |
| Advisors: | Leite, Rui Manuel Militão Lousada |
| Keywords: | Climate change Health risks Risk aversion Ambiguity aversion Temporal preferences Alterações climáticas Riscos de saúde Aversão ao risco Aversão à ambiguidade Preferências temporais |
| Issue Date: | 19-Jan-2026 |
| Publisher: | Universidade de Évora |
| Abstract: | Climate change is one of the main challenges of our time, and public support for
mitigation policies often emphasizes environmental impacts. However, health impacts
can also be substantial, raising the question of whether framing policies around health
versus environmental effects influences support. This study examines whether policy
support differs across these domains and how time preferences, risk aversion, and
ambiguity aversion relate to willingness to accept climate-related tax increases.
We recruited 134 adults in Portugal for an online survey collecting sociodemographic
data, climate change attitudes, willingness to accept tax increases to mitigate health
and biodiversity impacts and measures of risk, ambiguity, and time preferences. Time
preferences were measured using a task based on Kirby et al. (1999), and risk and
ambiguity aversion were jointly measured using a task based on Levi et al. (2010).
We find no statistically significant difference in the distributions of the accepted tax
increase to mitigate health effects of climate change and the accepted tax increase to
mitigate biodiversity effects. Our results indicate that, across both domains, there is
no statistically significant association between risk preferences and the willingness to
accept tax increases to mitigate the effects of climate change. However, our findings
suggest that those who are more ambiguity tolerant and more impatient are less willing
to accept these same tax increases.
This study contributes to the literature by examining how framing climate change
in terms of health versus environmental impacts affects public support for mitigation
policies. We find that individuals do not significantly differentiate between health
and biodiversity outcomes, risk preferences play a minimal role, and higher ambiguity
tolerance and impatience are negatively associated with willingness to support such
measures. These results suggest that emphasizing health impacts, rather than environmental
impacts, is unlikely to substantially change public acceptance of climate
policies; - Riscos para a saúde relacionados com o clima e a
disposição para pagar pela mitigação das alterações
climáticas
Resumo:
As alterações climáticas são um dos principais desafios do nosso tempo, e o apoio
público a políticas de mitigação centra-se frequentemente nos impactos ambientais. No
entanto, os impactos na saúde também podem ser significativos, levantando a questão
de se enquadrar as políticas em termos de saúde ou de impactos ambientais influencia
o apoio público. Este estudo analisa se o apoio a políticas varia entre estes domínios
e como as preferências temporais, a aversão ao risco e a aversão à ambiguidade se
relacionam com a disposição para aceitar aumentos fiscais relacionados com as alterações
climáticas.
134 adultos em Portugal participaram num inquérito online que recolheu dados
sociodemográficos, atitudes face às alterações climáticas, disposição para aceitar aumentos
fiscais para mitigar impactos na saúde e na biodiversidade, e medidas de risco,
ambiguidade e preferências temporais. As preferências temporais foram medidas com
base numa tarefa de Kirby et al. (1999), e a aversão ao risco e à ambiguidade foi medida
de forma conjunta com uma tarefa baseada em Levi et al. (2010).
Não encontramos diferenças estatisticamente significativas na distribuição dos aumentos
fiscais aceites para mitigar efeitos na saúde e para mitigar efeitos na biodiversidade.
Os resultados indicam que, em ambos os domínios, não existe uma associação estatisticamente
significativa entre preferências de risco e a disposição para aceitar aumentos
fiscais. Contudo, os resultados sugerem que indivíduos mais tolerantes à ambiguidade e
mais impacientes estão menos dispostos a aceitar estes aumentos fiscais.
Este estudo contribui para a literatura ao examinar como o enquadramento das
alterações climáticas em termos de impactos na saúde versus impactos ambientais
influencia o apoio público a políticas de mitigação. Verificamos que os indivíduos
não diferenciam significativamente entre os impactos na saúde e na biodiversidade,
que as preferências de risco têm um papel mínimo, e que uma maior tolerância à
ambiguidade e impaciência se associa negativamente à disposição para apoiar estas
medidas. Estes resultados sugerem que enfatizar os impactos na saúde, em vez dos
impactos ambientais, é pouco provável de alterar significativamente a aceitação pública
das políticas climáticas. |
| URI: | http://hdl.handle.net/10174/41274 |
| Type: | masterThesis |
| Appears in Collections: | BIB - Formação Avançada - Teses de Mestrado
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