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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/658</link>
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    <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 04:03:04 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-22T04:03:04Z</dc:date>
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      <title>Do Generalist Teachers Prepare Children to Achieve Minimum Levels of Motor Competence? The Case of Portugal’s Public and Private Schools</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42624</link>
      <description>Title: Do Generalist Teachers Prepare Children to Achieve Minimum Levels of Motor Competence? The Case of Portugal’s Public and Private Schools
Authors: Flôres, Fábio; Soares, Denise
Editors: Baptista, J; et al.
Abstract: his research examines the effectiveness of physical education (PE) in&#xD;
Portuguese public schools, where generalist teachers primarily instruct PE, com-&#xD;
pared to private schools employing specialized PE teachers (PETE). A cross-&#xD;
sectional design evaluated motor competence (MC) among 289 children aged&#xD;
10 years (149 boys, 10.33 ± 0.70 years; and 140 girls, 10.24 ± 0.81 years). Results&#xD;
showed that students in private schools exhibited significantly higher MC scores&#xD;
across locomotor components and overall competence. These findings highlight dif-&#xD;
ferences in teacher training and resource availability, with generalist teachers in&#xD;
public schools lacking the specialized preparation required to deliver effective PE&#xD;
instruction. The research underscores the urgent need for policy reforms, including&#xD;
PETE in public education and enhanced training programs for generalist educators.&#xD;
These interventions could address inequities in motor skill development and pro-&#xD;
mote lifelong physical literacy.</description>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42624</guid>
      <dc:date>2026-07-31T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>The Effects of Strength Training on Physical Function, Motor Symptoms, and Quality of Life in Parkinson’s Disease Patients: A Systematic Review</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42621</link>
      <description>Title: The Effects of Strength Training on Physical Function, Motor Symptoms, and Quality of Life in Parkinson’s Disease Patients: A Systematic Review
Authors: Oliveira, Ana; Soares, Denise; Serpa, Joana; Peralta, Miguel; Flôres, Fábio; Marconcin, Priscila
Editors: Baptista, J; et al.
Abstract: Exercise is a fundamental non-pharmacological treatment for Parkinson’s&#xD;
Disease (PD). This systematic review evaluates the effect of strength training on&#xD;
physical function, quality of life, and motor symptoms in this population. A search&#xD;
was conducted in the three databases, following the PICOD method. The eligibility&#xD;
criteria required are individuals with PD at stages 1–3 on the modified Hoehn and Yahr scale, interventions with strength exercises, outcome measures for quality of&#xD;
life, physical function, and motor and non-motor symptoms of PD. A total of 1322&#xD;
studies were found, and nine studies were included, with a total sample of 327 indi-&#xD;
viduals aged between 58.6 ± 5.6 years and 75.7 ± 7.2 years; the period of strength&#xD;
training interventions ranged from 7 weeks to 24 months, with sessions held two or&#xD;
more times per week. Tests for balance, strength, mobility, and speed, as well as&#xD;
questionnaires and scales measuring the quality of life, depression, and motor&#xD;
symptoms, were performed. Significant differences in quality-of-life variables and&#xD;
PD symptoms were observed in 5 studies in the analysis between groups (interven-&#xD;
tion and control) after the intervention. This study concluded that strength training&#xD;
improves physical functions, enhances quality of life, and alleviates motor and non-&#xD;
motor symptoms in PD. PROSPERO number (CRD42023470224).</description>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42621</guid>
      <dc:date>2026-07-31T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Modelo do 3º ciclo da avaliação externa das escolas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41846</link>
      <description>Title: Modelo do 3º ciclo da avaliação externa das escolas
Authors: Fialho, Isabel; Pacheco, José Augusto; Sousa, Joana
Editors: Fialho, Isabel; Saragoça, José; Gomes, Sónia; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Abstract: Perspetivando-se o início do 3º ciclo de Avaliação Externa das Escolas, a partir do ano letivo de 2017-2018, em outubro de 2016 foi nomeado o Grupo de Trabalho de Avaliação Externa das Escolas (GTAEE) com a missão de analisar os referenciais e metodologias do Programa de Avaliação Externa das Escolas em vigor e propor o modelo para o 3º ciclo da avaliação externa das escolas. Neste texto damos conta de todo o trabalho desenvolvido pelo GTAEE desde a sua constituição até à experiência-piloto do modelo que decorreu em oito escolas públicas e uma escola privada. O processo começou com a análise de diversos documentos nacionais e internacionais, incluindo normativos de política educativa, que conduziu a significativas alterações no referencial da AEE, designadamente no âmbito, objetivos e princípios – alargamento da AEE a estabelecimento de ensino particular e cooperativo –, metodologia – inclusão, no quadro de referência, do domínio da Autoavaliação e de novos indicadores e referentes; alargamento da equipa de avaliadores a mais um perito externo; introdução da observação da prática educativa e letiva; maior diversificação e flexibilização das agendas; alteração dos descritores da escala de classificação; utilização do Infoescolas como principal fonte de dados quantitativos; devolução das primeiras considerações sobre a avaliação, no painel da Direção; introdução de um painel de entrevista com membros representativos da comunidade educativa; estrutura do relatório; possibilidade de avaliação externa intercalar e a criação de instâncias mais alargadas de acompanhamento do processo e de recurso das decisões.&#xD;
A proposta do modelo foi testada numa experiência-piloto que permitiu a validação do modelo geral proposto para o 3º ciclo da avaliação externa das escolas, providenciando informação útil ao grupo de trabalho para consolidar e aperfeiçoar a sua proposta, designadamente ao nível do referencial teórico-&#xD;
conceptual, conferindo uma maior centralidade aos processos de ensino-&#xD;
aprendizagem; dos referentes / indicadores, com a redução de aspetos&#xD;
redundantes ou secundários; da metodologia com a adequação às diferentes&#xD;
tipologias de escola e seus modos de organização; da informação documental&#xD;
com a sistematização dos indicadores a disponibilizar às equipas de&#xD;
avaliação; da escala de classificação com o aperfeiçoamento dos descritivos&#xD;
da escala; do relatório com orientações que garantam um modelo mais útil&#xD;
para os diferentes agentes das comunidades educativas.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41846</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Perceções de atores políticos, inspetivos e avaliativos (inspetores e peritos externos) sobre a Avaliação Externa das Escolas como política, procedimento e experiência</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41840</link>
      <description>Title: Perceções de atores políticos, inspetivos e avaliativos (inspetores e peritos externos) sobre a Avaliação Externa das Escolas como política, procedimento e experiência
Authors: Pacheco, José Augusto; Fialho, Isabel; Barreira, Carlos; Seabra, Filipa
Editors: Fialho, Isabel; Saragoça, José; Gomes, Sónia; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Abstract: Neste capítulo são apresentadas as perceções, obtidas através de entrevistas individuais, a dois representantes do Ministério da Educação, quatro representantes da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, nove inspetores e três peritos externos, sobre a Avaliação Externa das Escolas (AEE), nomeadamente como política, processo e experiência, e ainda como mecanismo de mudança nas escolas e na inspeção. Na AEE como política verifica-se que o efeito da legitimação discursiva, na AEE, é reconhecido por vários atores, mas é nos políticos e nos inspetivos que mais se observa, já que a sua ação está integrada em agendas políticas, o que não se verifica, totalmente, para os atores avaliadores-inspetores e para os avaliadores-peritos externos. Como processo, ainda que de forma não consensual entre os quatro grupos de inquiridos, a AEE distancia-se das atividades de controlo e auditoria. Na abordagem da AEE como experiência, é comummente partilhada a ideia de que constitui um instrumento de melhoria da escola, ainda que os avaliadores-inspetores valorizem os resultados e os avaliadores-peritos externos focalizem o valor formativo das práticas de avaliação. No que se refere aos mecanismos de mudança, a convicção dos atores políticos de que a avaliação externa produz mudança nas escolas é partilhada pelos atores inspetivos, considerando que tem mais impacto no desenvolvimento organizacional do que no desenvolvimento curricular e pedagógico. Todos os entrevistados reconhecem mudanças na Inspeção, salientam que a AEE tem contribuído para uma nova imagem da Inspeção, um novo relacionamento com as escolas, uma nova cultura em que a partilha e ajuda se evidencia face ao controlo.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41840</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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