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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/14326</link>
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    <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 19:35:52 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-05T19:35:52Z</dc:date>
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      <title>Humanism and Naturalism in Marx’s 1844 Manuscripts: Notes on Kohei Saito’s Ecological Reading</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40514</link>
      <description>Title: Humanism and Naturalism in Marx’s 1844 Manuscripts: Notes on Kohei Saito’s Ecological Reading
Authors: Viparelli, Irene
Abstract: In Marx’s Ecosocialism (2018), the Japanese philosopher Kohei Saito develops a distinctive ecological reading of the Economic and Philosophical Manuscripts of 1844. He interprets the young Marx’s idea of the unity of humanism and naturalism as an early expression of the metabolic rift thesis – the principle that, for ecosocialists, forms the ecological core of Marx’s critique of political economy. This chapter critically examines Saito’s interpretation of the Manuscripts, drawing attention to its internal contradictions. It argues that these inconsistencies stem from Saito’s hermeneutic framework, revealing the difficulties inherent in approaching the young Marx’s writings from an ecological standpoint.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40514</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Althusser. La necesidad del  "giro" ontológico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40513</link>
      <description>Title: Althusser. La necesidad del  "giro" ontológico
Authors: Viparelli, Irene
Abstract: El presente artículo, partiendo de una reflexión sobre los textos de Althusser dedicados a la «crisis del marxismo», se propone demostrar que dichos ensayos representan una especie de «bisagra» entre los escritos estructuralistas de los años sesenta y la primera mitad de los setenta y el materialismo aleatorio. Nuestra hipótesis fundamental, de hecho, es que la reflexión sobre los límites del marxismo permite poner de relieve, más allá de las evidentes discontinuidades, una coherencia más profunda en el desarrollo del pensamiento de Althusser: la necesidad de redescubrir el «poder revolucionario» de la teoría de Marx representa, en el fondo, tanto la razón de ser de la «relectura estructuralista» de Marx como la necesidad más íntima del «giro ontológico» realizado en los años 80.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40513</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pluralismo, Democracia e Direitos Humanos: uma perspetiva agonista para um mundo multipolar</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40485</link>
      <description>Title: Pluralismo, Democracia e Direitos Humanos: uma perspetiva agonista para um mundo multipolar
Authors: Franco Vasques, Rafael
Editors: Balla, Evanthia; Viparelli, Irene; Vitorino Fontes, Paulo; Franco Vasques, Rafael
Abstract: A tendência para vislumbrar o mundo como uma ordem unipolar, assente num único modelo político, económico e cultural partilhado por todos, acarreta, no entanto, riscos para a preservação do pluralismo e da diversidade cultural, na medida em que viabiliza que a confrontação política seja substituída por uma confrontação entre valores morais não negociáveis ou formas essencialistas de identificação.</description>
      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40485</guid>
      <dc:date>2025-06-19T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Conjuntura</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40483</link>
      <description>Title: Conjuntura
Authors: Viparelli, Irene; Carlino, Fabrizio
Editors: Karczmarczyk, Pedro; Bilharinho Naves, Márcio
Abstract: O contributo visa analisar o conceito althusseriano de conjuntura, mostrando a articulação entre três eixos temáticos:&#xD;
1. Em Por Marx e em Ler O capital o termo “conjuntura” permite realçar a especificidade da dialética materialista face à idealista:  na medida em que descreve a forma de existência concreta do “todo complexo estruturado com dominante”, o conceito de conjuntura designa as dinâmicas singulares de sobredeterminação das contradições e assim, alicerçando as transformações históricas nas variações conjunturais num processo sem sujeito nem fim, dissolve qualquer teleologia.&#xD;
2. Nos escritos sobre Maquiavel, paralelamente, o conceito de conjuntura aponta para o espaço específico da prática política revolucionária, entendida como agir estratégico que, por se enraizar no conhecimento dos nexos estruturais da conjuntura singular, consegue alterar as relações de força entre as classes. Igualmente, o problema vital de Maquiavel – como dar a forma de nação à “matéria informe” da península italiana – permite pensar a transição como processo de combinação e estruturação dos elementos conjunturais, contribuindo, assim, à elaboração duma teoria da transição desprovida de resíduos idealistas e teleológicos.&#xD;
3. Finalmente, com a expressão “conjuntura teórico-política”, Althusser destaca a especifica modalidade de intervenção da filosofia na conjuntura: traçando “linhas de demarcação” entre o científico e o ideológico, a filosofia leva a cabo, ao mesmo tempo, uma intervenção política no campo científico e uma intervenção científica no terreno político. Deste modo, institui-se um verdadeiro campo de batalha: à tentativa idealista da submissão da realidade a um princípio de transcendência – seja ele um arché ou um telos, o “materialismo subterrâneo do encontro” opõe a aleatoriedade das “variações estruturais” em conjuntura, isto é, uma teoria da vinculação essencial entre contingência e necessidade que garante a abertura essencial do ser à possibilidade da sua transformação.&#xD;
Em conclusão, a definição do conceito de conjuntura aqui proposta, construída no eixo entre as três problemáticas referida, desvenda um pensamento que – ao procurar as condições científicas, políticas e ideológicas do comunismo – se vê forçado, tal como a própria teoria de Marx, “a pensar dentro de um horizonte esfacelado entre o aleatório do Encontro e a necessidade da Revolução”.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40483</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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