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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/14308</link>
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    <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 19:58:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-05T19:58:29Z</dc:date>
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      <title>O Classicismo português: atribuição de uma sonata para tecla a João de Sousa Carvalho</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40371</link>
      <description>Title: O Classicismo português: atribuição de uma sonata para tecla a João de Sousa Carvalho
Authors: Nejmeddine, Mafalda
Abstract: Desde o início do século XVIII, os instrumentos de tecla foram parte integrante do ensino da música no Real Seminário de Música da Patriarcal e no seio da família real portuguesa. Na segunda metade do século, eles passaram a ter um papel relevante na prática instrumental doméstica, para o qual contribuiu a crescente construção de cravos de penas e de martelos (pianofortes) em manufaturas lisboetas, bem como as novas composições que lhes eram destinadas. Devido à escassez de impressores de música em Portugal, as partituras dessas composições eram copiadas à mão. Terá sido por esta via que as obras para tecla de João de Sousa Carvalho (1745-1798) circularam, não somente no Real Seminário de Música da Patriarcal – onde foi professor desde 1767 – ou no seio da família real – de cujos membros foi mestre de música a partir de 1778 – como também no círculo aristocrático.  Não obstante as nobres funções de João de Sousa Carvalho, a música para tecla que subsiste da sua autoria é escassa, resumindo-se a uma sonata. Considerando que os manuscritos portugueses desta época contêm muitas obras para tecla sem identificação de autor, torna-se indispensável conhecer as particularidades da sonata para tecla deste ilustre compositor português com vista ao reconhecimento de outras obras da sua autoria que omitem tal identificação. O presente estudo tem por objetivo demonstrar que João de Sousa Carvalho é o autor de uma sonata para tecla manuscrita sem identificação de autoria, através de uma análise comparativa com a sonata de autoria comprovada deste compositor. A análise formal com base na Teoria da Sonata de Hepokoski &amp; Darcy revelou que o andamento inicial destas sonatas apresenta uma exposição contínua, em detrimento de um tema secundário, e uma secção de desenvolvimento, que principia com um tratamento temático idêntico; o segundo andamento apresenta a forma ABA' e um motivo harmónico partilhado pelas duas mãos no final de cada secção. Constatou-se ainda que existem semelhanças ao nível de padrões composicionais baseados no diálogo de motivos melódico-rítmicos, em registos sonoros distintos, suportados por variantes de acompanhamentos harmónicos e que as sonatas terminam com um andamento cujo incipit é similar. As diferenças identificadas nas duas sonatas situam-se ao nível do número de andamentos e da forma do andamento inicial, que inclui um tema suplementar e uma recapitulação na nova sonata, traçando assim o incipiente caminho do Classicismo português no repertório para tecla.</description>
      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40371</guid>
      <dc:date>2025-11-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Espaços e Identidade da música portuguesa do século XVIII</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40357</link>
      <description>Title: Espaços e Identidade da música portuguesa do século XVIII
Authors: Nejmeddine, Mafalda
Abstract: A identidade da música de um determinado espaço geográfico é representada por elementos que evidenciam particularidades das suas composições, das suas práticas musicais e respetivas tradições. Atualmente, existem composições de vários géneros que assimilam técnicas e esquemas musicais originários de séculos passados, os quais foram utilizados em diferentes espaços geográficos por vários compositores. Importa, por isso, encontrar traços distintivos da música que outrora se compunha e saber em que contexto e espaços a música foi composta e executada. Nesta comunicação propõe-se que a análise da identidade da música portuguesa do século XVIII deve ser complementada por duas vias: o estudo biográfico dos compositores e a análise das suas obras. Considerando que no século XVIII havia uma forte presença italiana em Portugal e um intenso intercâmbio cultural entre Portugal e Itália, apresentam-se elementos comuns da música composta nessa época nestes dois espaços geográficos através da interpretação, audição e apontamentos analíticos de algumas obras musicais. Partindo dos compositores portugueses mais emblemáticos do século XVIII, apontam-se estudos biográficos, trabalhos de disseminação e apresentam-se novos dados biográficos sobre o compositor João Cordeiro da Silva, bem como algumas particularidades da sua música e da música de outros autores portugueses da época, contribuindo assim para o reconhecimento de espaços e da identidade da música portuguesa.</description>
      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40357</guid>
      <dc:date>2025-07-02T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>A ideia de local e global na história musical açoriana: O caso da cidade da Horta na segunda metade do século XIX</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/35046</link>
      <description>Title: A ideia de local e global na história musical açoriana: O caso da cidade da Horta na segunda metade do século XIX
Authors: Henriques, Luís
Abstract: A dispersão e isolamento das ilhas dos Açores proporcionaram ao longo dos séculos o estabelecimento de culturas próprias dentro de uma identidade regional. No que à história da música no arquipélago diz respeito, apesar desta identidade regional, cada ilha manteve uma dinâmica musical muito própria, geralmente assente nos interesses e vivências particulares dos respectivos habitantes. Este estudo incide sobre três aspectos da história musical da cidade da Horta na segunda metade do século XIX: a música sacra, as orchestras e as bandas filarmónicas. Em cada um destes tipos de agrupamentos musicais encontra-se uma narrativa que é, na sua essência, local, mas que também absorve elementos de contextos mais globais, que podem ser estratificados em camadas regionais, nacionais ou, até mesmo, internacionais. Dos agrupamentos criados ao longo do século XIX, as bandas filarmónicas têm sido os mais estudados (sobretudo pela sua natureza comunitária), muito devido à sua proximidade das comunidades e ao facto de muitas ainda estarem actualmente em actividade. No respeitante aos agrupamentos de música sacra – nomeadamente as capelas e a prática organística – assim como as orchestras, estes foram-se extinguindo gradualmente ou, no caso das orchestras, substituídos por agrupamentos de outras características. Desta forma, o presente estudo tem ainda como objectivo a reintegração de práticas musicais hoje desaparecidas no seu contexto local focando o impacto que as várias camadas anteriormente referidas tiveram na sua actividade, não só em termos do contacto entre músicos, mas também em termos da circulação de repertórios técnicas e instrumentário.</description>
      <pubDate>Wed, 27 Sep 2017 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/35046</guid>
      <dc:date>2017-09-27T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Recordare, Virgo Mater: devoção musical mariana na Sé de Évora no século XVIII</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/32751</link>
      <description>Title: Recordare, Virgo Mater: devoção musical mariana na Sé de Évora no século XVIII
Authors: Henriques, Luís
Abstract: Desde a sua origem, a Sé de Évora constitui um importante centro de devoção mariana não só no perímetro urbano, como também nas freguesias do termo, e cuja dedicação do altar-mor da catedral a Nossa Senhora da Assunção conferiu-lhe lugar central nesse culto. É precisamente a partir do ofertório mariano Recordare, Virgo Mater que se encontra uma importante relação musical deste culto na catedral de Évora. Esta rubrica foi posta em música por vários compositores ao longo do século XVIII, cuja versão mais antiga conhecida actualmente pertence ao compositor e mestre de capela da catedral Diogo Dias Melgaz. Outras versões (várias de autor desconhecido) apontam para uma continuidade na escrita desta rubrica ao longo do século XVIII, sendo o estilo de escrita musical actualizado ao gosto da época. Desta forma, tomando como elemento condutor o ofertório Recordare, Virgo Mater, este estudo pretende enquadrar a composição destas obras, integrando-as no culto mariano na Sé de Évora durante o século XVIII, traçando simultaneamente o seu espaço contextual dentro da liturgia musical da catedral.</description>
      <pubDate>Thu, 26 Oct 2017 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/32751</guid>
      <dc:date>2017-10-26T23:00:00Z</dc:date>
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