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    <title>DSpace Community:</title>
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    <dc:date>2026-04-03T18:09:22Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40848">
    <title>TRÊS VÉRTICES</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40848</link>
    <description>Title: TRÊS VÉRTICES
Authors: Graça, Tânia; Pinto, Paula; Gomes, Vitor; Mendes Silva, Susana; Cordeiro, João
Abstract: A exposição de finalistas emergiu de um percurso académico entendido como processo contínuo de descoberta, experimentação e consolidação crítica. No âmbito da disciplina de Projectos de Artes Plásticas e Multimédia, cada estudante desenvolveu o seu trabalho em plena autonomia conceptual e formal, articulando prática artística e reflexão teórica.&#xD;
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A mostra organizou‑se como uma dupla cartografia: uma dimensão invisível, constituída pelos trajectos individuais e colectivos construídos ao longo do ano; e uma dimensão visível, inscrita na cidade de Évora através de três espaços expositivos — Fundação INATEL, Igreja de São Vicente e CCDR Alentejo. As obras de catorze finalistas evidenciaram a diversidade metodológica e a complexidade do conhecimento produzido, acompanhadas pelo trabalho docente de Paula Reaes Pinto (Coordenadora), João Cordeiro, Susana Mendes Silva e Vítor dos Santos Gomes.</description>
    <dc:date>2025-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>ACERTO, CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO DE FINALISTAS DE ARTES PLÁSTICAS E MULTIMÉDIA 2024</title>
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    <description>Title: ACERTO, CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO DE FINALISTAS DE ARTES PLÁSTICAS E MULTIMÉDIA 2024
Authors: Rocha da Silva, Filipe; Nolasco, Ana; Gomes, Vitor; Pinto, Paula; Sier, André; Alho, Duarte; Reis, Francisca
Abstract: A exposição “ACERTO”, apresentou os trabalhos do 3.º ano da licenciatura de Artes Plásticas e Multimédia, realizados no âmbito da disciplina de Projetos de Artes Plásticas e Multimédia II. Os alunos desenvolveram projetos pessoais, refletindo sobre o seu processo criativo e o seu posicionamento como artistas na sociedade contemporânea. Os trabalhos abrangem uma variedade de suportes e estratégias, tais como imagem em movimento, pintura, performance, escultura, ilustração e outros, muitas vezes com um caráter instalativo. Os estudantes desenvolveram o seu trabalho artístico sob a orientação dos docentes Filipe Rocha da Silva, Vítor Gomes, Paula Reaes Pinto e André Sier, cuja supervisão pedagógica e acompanhamento crítico foram determinantes para a consolidação dos respetivos processos de investigação e prática artística. A exposição dividiu-se em três núcleos: Cisterna do Colégio Espírito Santo, Galeria 6 e Espaço Jovem-Jardim Público. Évora, 2024.</description>
    <dc:date>2024-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39081">
    <title>Videoarte de Mulheres: Nossos Corpos, Nós Mesmas. Corpo, Identidade e Autodeterminação nas Obras de Videoartistas Influenciadas pelos Feminismos.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39081</link>
    <description>Title: Videoarte de Mulheres: Nossos Corpos, Nós Mesmas. Corpo, Identidade e Autodeterminação nas Obras de Videoartistas Influenciadas pelos Feminismos.
Authors: Furtado, Teresa Veiga
Abstract: O modo como os corpos das mulheres são afectados pela desigualdade de género é um problema social que tem vindo a ganhar visibilidade crescente nas sociedades ocidentais desde os movimentos feministas da Segunda Vaga. Nesse sentido, o lema feminista dos anos 1970 «os nossos corpos, nós mesmas» reflecte a tomada de consciência das mulheres de que os corpos são o produto da acção de valores e práticas sociais, bem como da necessidade de reclamarem o controlo sobre os seus corpos para poderem formar livremente as suas identidades, autodeterminando-­‐se e criando-­‐se a si mesmas como Sujeitos. Quatro décadas volvidas, este mote continua a ser recorrente, mantendo um lugar de destaque na videoarte de mulheres. Tendo por pano de fundo uma linha orientadora que cruza três vectores – a arte, o género, e os movimentos sociais feministas –, e os seus pensadores e académicos principais em diversos ramos da Sociologia e das Artes Visuais, bem como das Humanidades, construímos o objecto de estudo, focado sobre as relações entre a videoarte de mulheres centrada no corpo na identidade e na autodeterminação, a dimensão de género e os movimentos sociais feministas, no período compreendido de 1965 a 2007, num contexto ocidental. A metodologia usada teve como objectivo fundamental efectuar a ponte entre o nível microssociológico das expressões, condutas e gestos corporais presentes nos vídeos e o plano macrossociológico das forças sociais mais amplas, institucionalizadas e origem de desigualdades, como as forças de género e as de «raça». Nesse sentido, socorremo-­‐nos da análise de conteúdo de um conjunto de vídeos por meio da contabilização de categorias análise de conteúdo relativas às principais temáticas relevantes para o objecto de estudo, como o corpo, a sexualidade, a violência, o olhar, as incorporações de masculinidades e de feminilidades, o Sujeito e o Não-­‐sujeito. Concluiu-­‐se, deste estudo, que existe, seguramente desde os anos 1960, um trajecto que continua a ser percorrido nos nossos dias, conduzindo da dessubjectivação das mulheres à sua subjectivação. Na realidade, verifica-­‐se a denúncia das circunstâncias em que vivem submetidas as mulheres Não-­‐ sujeito, designadamente: no casamento enquanto mercantilização do trabalho doméstico feminino, físico, emocional e afectivo, não remunerado; na incorporação das normas patriarcais de feminilidade; na intersecção das desigualdades de género com as de «raça», e as de idade; na comercialização e objectificação dos seus corpos na publicidade e na pornografia; na violência de diversos tipos, como a sociocultural, a sexual e a psicológica, exercida contra as mulheres. Nota-­‐se, simultaneamente, um movimento progressivo em direcção às mulheres Sujeito, ilustrado, por exemplo: na capacidade de apresentação de uma narrativa da representação de si mesmas auto-­‐ reflexiva e coerente; no controlo sobre a função reprodutora do seu corpo; na promoção de uma sexualidade plástica ligada à relação pura e ao amor confluente assente no mutualismo, não subjugada à heterossexualidade, ao casamento e à família nuclear; no recombinar dos pólos dicotómicos e hierarquizados em que se baseou toda a modernidade como os da vida pública e os da vida privada. Tendo, neste momento, como oponente aguerrido o neoliberalismo que procura dividir, desigualar e hierarquizar as sociedades, as mulheres Sujeito são, aliás, as actrizes centrais de todo o movimento feminista, sobretudo preocupado até aos anos 1980 com reivindicações pela paridade no seio do que se poderá denominar de política da emancipação, tendo depois disso passado a um trabalho em prol de uma política da vida e das sexualidades impulsionado pelo pensamento Queer e feminismos da Terceira Vaga.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/37940">
    <title>Cabinet of Wonder Évora</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/37940</link>
    <description>Title: Cabinet of Wonder Évora
Authors: Gomes, Vitor; Tereno, Céu; Branco, Guilherme
Editors: Neves, Pedro; Amaral, Lilian
Abstract: O projecto "Cabinet of Wonder Évora" tem exibido desenhos e maquetes geométricas realizados pelos alunos do Mestrado Integrado em Arquitetura da Escola das Artes, da Universidade de Évora. Os objetos de estudo são os próprios desenhos e maquetes, fruto da exploração dos alunos sobre o espaço urbano de Évora — representações visuais de uma jornada de descoberta e inovação que revela novas e antigas perspetivas sobre a cidade. O conceito de "gabinete de curiosidades" (Cabinet of Wonder), também conhecido como "quarto das maravilhas", remonta às grandes explorações dos séculos XVI e XVII, quando colecionadores reuniam objetos raros e intrigantes, além de pinturas e desenhos. Este projecto convida o público a uma imersão visual e tridimensional na malha urbana de Évora, explorando tanto o gráfico quanto o geométrico dos edifícios, a memória social e a preservação do património material e imaterial. Através da prática do desenho, entendido como uma ferramenta essencial para refinar a observação do espaço arquitetónico, os estudantes narram histórias visuais que retratam ambientes, processos analíticos e a coleta de elementos arquitetónicos essenciais. As maquetes, por sua vez, materializam momentos construídos que preservam memórias e histórias transmitidas ao longo das gerações. O projeto para além do ambiente académico, busca estabelecer uma conexão contínua entre o passado e o presente da cidade; reúne representações gráficas, cartográficas, pictóricas e tridimensionais, compondo um mapeamento visual em constante evolução da cidade de Évora, rica em história e arquitetura, classificada como Património Mundial desde 1986 e será capital europeia da cultura em 2027.</description>
    <dc:date>2025-01-31T00:00:00Z</dc:date>
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