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    <title>DSpace Collection:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39552">
    <title>Tecnologias 3D digitais na museologia paleontológica portuguesa: casos de estudo, exposições e aplicações no distrito de Lisboa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39552</link>
    <description>Title: Tecnologias 3D digitais na museologia paleontológica portuguesa: casos de estudo, exposições e aplicações no distrito de Lisboa
Authors: Mascarenhas, Beatriz; Mateus, Simão; Legoinha, Paulo; Balbino, Ausenda Cáceres
Abstract: As tecnologias digitais tridimensionais (3D) estão a transformar a museologia paleontológica, permitindo documentar, conservar e divulgar coleções de forma inovadora (Zheng et al., 2025). Métodos como fotogrametria,laser scanning, tomografia, entre outros, produzem modelos digitais de alta precisão que funcionam como gémeos digitais, uteis na preservação preventiva e na investigação. Estas metodologias são não invasivas, minimizando danos em espécimes frágeis.&#xD;
No distrito de Lisboa, visitaram-se instituições museológicas com coleções&#xD;
paleontológicas que recorrem a tecnologias 3D convencionais como moldes e replicas, mas também a novas abordagens digitais: digitalização e impressão 3D de fosseis, realidade aumentada e modelos virtuais acessíveis por códigos QR. A digitalização e realizada com scanners de superfície, registando apenas a morfologia externa, ou com scanners tomográficos, como a TAC (Tomografia Axial Computorizada), captando também o interior, incluindo fosseis ainda embutidos na rocha. Estas tecnologias tem também um papel importante fora da exposição física, permitindo diferentes formas de partilha remota de digitalizações de fosseis, de visionamento pelo publico e construção de narrativas inovadoras (exposições virtuais e visitas imersivas), bem como o envio de espécimes (replicas por impressão 3D) entre cientistas, para qualquer parte do mundo, sem necessidade de deslocação (Abel et al., 2011; Bartolini-Lucenti &amp; Rook, 2023).</description>
    <dc:date>2025-09-30T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39550">
    <title>Os “megalodontes” no Miocénico de Lisboa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39550</link>
    <description>Title: Os “megalodontes” no Miocénico de Lisboa
Authors: Baldaia, Ana; Balbino, Ausenda C.; Antunes, Miguel Telles
Abstract: Os seláceos fósseis, particularmente os de grande porte como os megalodontes, encontram-se amplamente representados no registo paleontológico por dentes isolados (Kent, 2018). A natureza cartilaginosa do seu esqueleto dificulta a preservação de estruturas ósseas completas, sendo os dentes fosseis os principais elementos para inferir a diversidade, distribuição temporal e relações taxonómicas destes tubarões (Cappetta, 2012). A morfologia dentaria fornece pistas relevantes sobre filogenia, ecologia trófica e hábitos alimentares destes predadores marinhos extintos (Shimada, 2005). Entre os fosseis mais emblemáticos encontram-se os dentes atribuídos ao género Otodus, nomeadamente Otodus megalodon, um tubarão gigante cujos dentes se distinguem pelo tamanho excecional, forma triangular e serrilhas desenvolvidas. Contudo, a identificação exata desses dentes nem sempre e inequívoca, dado que muitas espécies fosseis&#xD;
de elasmobrânquios apresentam morfologias parcialmente sobreponíveis,&#xD;
resultando em ambiguidades taxonómicas (Kent, 2018). A distinção entre dentes de megalodontes e espécies próximas enfrenta desafios técnicos, pois a variabilidade ontogenética, o dimorfismo sexual, o posicionamento intraoral e a convergência morfológica podem comprometer critérios diagnósticos simples (Shimada, 2005; Cappetta, 2012).Um dos objectivos do trabalho de investigação em curso centra-se no estudo dos “megalodontes” do Miocénico de Lisboa, revisão, classificação e a fronteira entre O.megalodon e O.chubutensis e a sua coexistência no Neogénico português.&#xD;
Cappetta, H. (2012). Chondrichthyes II: Mesozoic and Cenozoic Elasmobranchii—Teeth&#xD;
(Handbook of Paleoichthyology, Vol. 3E). Verlag Dr. Friedrich Pfeil.&#xD;
Kent, B. W. (2018). The cartilaginous fishes (chimaeras, sharks and rays) of Calvert Cliffs,&#xD;
Maryland, USA. Smithsonian Contributions to Paleobiology, (100), 45–67.&#xD;
Shimada, K. (2005). Phylogeny of lamniform sharks (Chondrichthyes: Elasmobranchii) and the contribution of dental characters to lamniform systematics. Paleontological Research, 9(1), 55-72.</description>
    <dc:date>2025-09-30T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39223">
    <title>Fósseis do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39223</link>
    <description>Title: Fósseis do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
Authors: Fialho, Pedro; Balbino, Ausenda C.
Abstract: Em Portugal existem cerca de 34 entidades públicas com coleções de fósseis,&#xD;
nas quais se inclui o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo - Museu de&#xD;
Évora (MNFMC-ME) (Mateus, 2020). Criada em 1914, com parte do espólio&#xD;
do Arcebispo de Évora, Frei Manuel do Cenáculo, que viria a denominar o&#xD;
museu, esta instituição foi sucessora de um dos primeiros museus&#xD;
portugueses, Museu Sisenando Cenaculano Pacense (1791, Beja).&#xD;
Atualmente, inclui coleções de arte e arqueologia, bem como de história&#xD;
natural e objectos científicos. Na plataforma MatrizNet, catálogo coletivo&#xD;
online dos museus da administração central do Estado Português (em&#xD;
funcionamento desde 2002), é possível analisar a maioria dos fósseis da&#xD;
coleção do MNFMC-ME. No entanto, detectam-se incoerências e&#xD;
informações desatualizadas, que urge corrigir. Até ao momento,&#xD;
desconhecemos a proveniência das peças, adquiridas na sua maioria por Frei&#xD;
Manuel do Cenáculo. Estas retêm valor histórico e educativo. Considera-se,&#xD;
por isso, essencial a sua actualização para futura apresentação ao público.&#xD;
Através do presente trabalho pretende-se, à luz dos novos conhecimentos,&#xD;
analisar os espécimes fósseis e contribuir para a actualização de quatro&#xD;
campos das respectivas fichas de inventário na MatrizNet: (i) denominação;&#xD;
(ii) datação; (iii) biometria; e (iv) descrição.</description>
    <dc:date>2023-10-27T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/37571">
    <title>Estudo geocronológico das unidades metassedimentares do soco Pré-Mesozoico a Oeste da Zona de Cisalhamento Porto-Tomar</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/37571</link>
    <description>Title: Estudo geocronológico das unidades metassedimentares do soco Pré-Mesozoico a Oeste da Zona de Cisalhamento Porto-Tomar
Authors: Carvalho, Diogo; Bento dos Santos, Telmo; Chichorro, Martim; Cachapuz, Pedro; Solá, Rita; Dantas, Elton; Romão, José; Moreira, Noel
Abstract: To the west of the Porto-Tomar Shear Zone, several pre-Mesozoic metasedimentary outcrops belonging to the basement of the Lusitanian Basin are poorly exposed. The traditional view suggests that these units belong to Ossa Morena Zone (OMZ), while more recent models propose the existence of the Finisterra Terrane (TF), considered exotic relative to the Iberian Massif (Moreira et al., 2019). To better constrain these geodynamic models, we used U-Pb geochronology in zircon of the most representative lithotypes to define maximum depositional ages (MDA) and determine the provenance of sedimentary sources, revealing possible tectonostratigraphic affinities. Samples were collected in the Tomar - Abrantes and Coimbra - Albergaria-a-Velha sectors, with previously published data re-evaluated for the Porto - Espinho sector (Almeida, 2013). U-Pb ages ranging from 505 to 3268 Ma, with an absence of Mesoproterozoic and upper Paleoproterozoic ages. The 505 Ma age was interpreted as lead loss, with the age of 570±2 Ma interpreted as MDA. The distribution of detrital ages and the MDA indicate an affinity with the Série Negra or Cambrian units of OMZ with characteristic peaks from Cadomian/Pan-African events, with Stenian-Tonian and Eburnean ages. This data supports previously U-Pb ages of metapelitic lithotypes in this sector. In the Coimbra - Albergaria-a-Velha sector, the quartz-phyllite CMB-2A from the Arada Unit (Moreira et al., 2019) presents an MDA of 550 Ma. However, two younger ages (374 and 418 Ma) suggest a possibly even more recent MDA. The age distribution (374-3258 Ma), particularly the abundance of Mesoproterozoic and Silurian ages, suggests an affinity with the South Portuguese Zone (SPZ) or the Meguma Terrane. In the Porto - Espinho sector, reinterpretation of geochronological data from the Lourosa (UL) and Espinho (EU) units shows similarities to a typical SPZ/Meguma Terrane distribution with records from the Mesoproterozoic and Devonian/Silurian periods, more prominent in the UL. The age distribution of the EU aligns better with the Upper Devonian units of SPZ. Thus, the TF may represent a sector interdigitating ZOM and SPZ units, highly deformed with the ZCPT activity.</description>
    <dc:date>2024-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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