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  <id>http://hdl.handle.net/10174/691</id>
  <updated>2026-04-05T18:16:40Z</updated>
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    <title>Proceedings of the XL CIOSTA and CIGR Section V International Conference</title>
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      <name>Barbosa, J.C.</name>
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      <name>Silva, L.L.</name>
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      <name>Rico, J.C.</name>
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      <name>Coelho, D.</name>
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      <name>Sousa, A.</name>
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      <name>Silva, J.R.M.</name>
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      <name>Baptista, F.</name>
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      <name>Cruz, V.F.</name>
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    <updated>2024-01-08T12:14:53Z</updated>
    <published>2023-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Proceedings of the XL CIOSTA and CIGR Section V International Conference
Authors: Barbosa, J.C.; Silva, L.L.; Rico, J.C.; Coelho, D.; Sousa, A.; Silva, J.R.M.; Baptista, F.; Cruz, V.F.
Abstract: Proceedings of the XL CIOSTA and CIGR Section V International Conference, 10-13 September, Évora,Portugal. Universidade de Évora.</summary>
    <dc:date>2023-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Proceedings of the European Conference on Agricultural Engineering AgEng2021</title>
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      <name>Barbosa, José Carlos</name>
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      <name>Silva, Luis Leopoldo</name>
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      <name>Lourenço, Patrícia</name>
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      <name>Sousa, Adélia</name>
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      <name>Marques da Silva, José Rafael</name>
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      <name>Fitas da Cruz, Vasco</name>
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      <name>Baptista, Fátima</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/30608</id>
    <updated>2022-01-31T23:24:18Z</updated>
    <published>2021-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Proceedings of the European Conference on Agricultural Engineering AgEng2021
Authors: Barbosa, José Carlos; Silva, Luis Leopoldo; Lourenço, Patrícia; Sousa, Adélia; Marques da Silva, José Rafael; Fitas da Cruz, Vasco; Baptista, Fátima
Editors: Barbosa, José Carlos; Silva, Luis Leopoldo; Lourenço, Patricia; Sousa, Adélia; Marques da Silva, José Rafael; Fitas da Cruz, Vasco; Baptista, Fátima
Abstract: This proceedings book results from the AgEng2021 Agricultural Engineering Conference under auspices of the European Society of Agricultural Engineers, held in an online format based on the University of Évora,&#xD;
Portugal, from 4 to 8 July 2021.&#xD;
This book contains the full papers of a selection of abstracts that were the base for the oral presentations and posters presented at the conference.&#xD;
Presentations were distributed in eleven thematic areas: Artificial Intelligence, data processing and&#xD;
management; Automation, robotics and sensor technology; Circular Economy; Education and Rural development; Energy and bioenergy; Integrated and sustainable Farming systems; New application&#xD;
technologies and mechanisation; Post-harvest technologies; Smart farming / Precision agriculture; Soil, land and water engineering; Sustainable production in Farm buildings.</summary>
    <dc:date>2021-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Hidrologia Agrícola</title>
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      <name>Guimarães, Rita Cabral</name>
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      <name>Rodrigues, Carlos Miranda</name>
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      <name>Shahidian, Shakib</name>
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    <updated>2018-02-14T12:38:35Z</updated>
    <published>2017-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Hidrologia Agrícola
Authors: Guimarães, Rita Cabral; Rodrigues, Carlos Miranda; Shahidian, Shakib
Editors: Guimarães, Rita Cabral; Rodrigues, Carlos Miranda; Shahidian, Shakib
Abstract: Uma disciplina de Hidrologia é naturalmente tão fundamental como a água, que é o seu objeto de estudo e conhecimento. Impunha-se, no curso de Agronomia, o estudo profundo, tanto quanto possível, desta ciência, naturalmente na medida em que o agrónomo precisa de conhecer e perceber o ciclo hidrológico, pois nele tem de intervir a cada passo da sua atividade, na mesma medida de essencialidade em que as plantas usam a água e são elas próprias parte do mesmo ciclo. Chamou-se a esta unidade curricular Hidrologia Agrícola, para a situar no plano da formação agronómica indispensável.&#xD;
De facto, é indispensável a qualquer agrónomo perceber bem o papel da água nas funções fisiológicas das plantas, percebendo o papel das plantas no ciclo hidrológico. Só percebendo, com profundidade científica, os fenómenos e o seu enquadramento natural, as suas causas e os seus efeitos, será o técnico capaz de fazer as escolhas fundamentais, de decidir as opções convenientes de gestão dos recursos e fatores de produção, das atividades a desenvolver e das oportunidades para as promover, contribuindo assim para a sustentabilidade – ambiental e económica - da atividade agrícola. &#xD;
Em boa hora, pois, foi esta disciplina inserida no novo curso de Agronomia da Universidade de Évora, na reformulação curricular decorrente da implementação do processo de Bolonha. Terão pois os responsáveis pela referida reformulação curricular entendido bem – pelo menos no caso da presente disciplina – a necessidade de o conhecimento tecnológico ser cientificamente fundamentado, não se promovendo a aplicação empírica de soluções tabeladas ou padronizadas para os problemas agronómicos. De facto, tendo o processo de Bolonha reduzido a 3 anos o ciclo inicial de formação superior, em quase todos os domínios da formação, tecnológica ou não, é grande a tentação de considerar, para essa formação mais curta, os mesmos objetivos curriculares das antigas formações longas, de cinco ou seis anos. É um erro grosseiro, que a Universidade não pode cometer. Por outro lado, não competem à Universidade, em cursos de 1º ciclo, formações aplicativas de natureza politécnica, em que os temas e os problemas são conhecidos de forma essencialmente parcial e as soluções que se lhes apontam, de caráter aplicativo imediato, se fundamentarão mais num conhecimento empírico que num enquadramento científico. Por mais aliciante e útil que seja (como se reconhece que é) esta formação politécnica, ela é da responsabilidade do ensino politécnico. À Universidade cabe um papel e uma responsabilidade substancialmente diferentes: proporcionar aos seus alunos as competências para, compreendendo os problemas no seu enquadramento global, fundamentando-os cientificamente, lhes procurar soluções otimizadas e inovadoras, num processo que engloba não só o projeto dos sistemas de produção, mas também a promoção de decisões e soluções de desenvolvimento. Para cumprir este seu papel essencial, a Universidade deve proporcionar aos seus alunos, desde o 1º ciclo, hábitos de rigor conceptual e percetivo, de pensamento cientificamente estruturado e informado, que conferem a competência para o desenvolvimento de soluções sustentáveis para os problemas tecnológicos.&#xD;
É neste caminho que a disciplina de Hidrologia Agrícola se estruturou. O presente texto, em 9 capítulos elaborados pelos professores que os têm lecionado, é uma concretização evidente dos objetivos definidos para esta unidade curricular. Ele facilitará ao estudante a aquisição de conhecimentos e competências que são bases para a gestão da água na Agricultura, facilitando também a ligação a outras disciplinas, em especial a de Recursos Hídricos e Regadio, que é sequente no plano de estudos do curso, mas também às optativas Sistemas e Equipamentos de Rega e Drenagem e Conservação do Solo e da Água - que de alguma forma continuam, aplicam e complementam a Hidrologia Agrícola. Deve no entanto sublinhar-se aqui que o interesse desta unidade curricular transcende a formação imediata de 1ºciclo, em que se insere, para conferir conhecimentos científicos e competências para a atividade agronómica mais vasta.&#xD;
Este programa abrange o conhecimento geral do ciclo da água, incluindo o balanço hídrico do solo, e a caraterização da bacia hidrográfica, unidade geomorfológica da gestão dos recursos hídricos. Por se tratar de um programa da Hidrologia Agrícola, dá-se grande relevo a aspetos do clima, aos fatores da sua formação e à sua classificação, salientando-se a dependência que a agricultura tem em relação ao clima e, no sentido contrário, os impactos que as atividades humanas, nomeadamente as agrícolas, têm sobre o clima. Estudam-se depois, individualmente, os componentes hidrológicos fundamentais – a precipitação, o escoamento superficial e subterrâneo, a evaporação e a evapotranspiração – elementos para a quantificação numérica dos recursos hídricos e a avaliação da sua disponibilidade, nomeadamente para a Agricultura. Complementarmente, estudam-se ainda dois componentes hidroagrícolas extremamente relevantes, por se tratar de uma disciplina do curso de Agronomia: são as relações solo – água – planta e a gestão da água no regadio.&#xD;
Trata-se de um excelente programa, bem adequado à natureza do tema e ao objetivo agronómico do seu estudo. O presente livro, com o desenvolvimento que dá ao programa, constituirá por certo uma ferramenta preciosa no apoio ao trabalho dos estudantes. Deve contudo notar-se que o tratamento dado ao tema da Hidrologia Agrícola ao longo dos diferentes capítulos, equilibrando sabiamente o aprofundamento científico de cada um dos temas específicos com a apresentação sóbria e a exposição clara e com a orientação para a compreensão efetiva dos problemas hidroagrícolas e agronómicos, confere a este livro interesse muito grande para estudantes de outras disciplinas afins ao estudo dos recursos hídricos e para técnicos e profissionais interessados na vastíssima problemática da Hidrologia e dos Recursos Hídricos.</summary>
    <dc:date>2017-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sensible use of primary energy in organic greenhouse production.</title>
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      <name>Stanghellini, C.</name>
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      <name>Baptista, F.J.</name>
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      <name>Eriksson, E.</name>
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      <name>Gilli, C.</name>
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      <name>Giuffrida, F.</name>
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      <name>Kempkes, F.</name>
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      <name>Muñoz, P.</name>
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      <name>Stepowska, A.</name>
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      <name>Montero, J.I.</name>
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    <updated>2016-12-02T11:20:04Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Sensible use of primary energy in organic greenhouse production.
Authors: Stanghellini, C.; Baptista, F.J.; Eriksson, E.; Gilli, C.; Giuffrida, F.; Kempkes, F.; Muñoz, P.; Stepowska, A.; Montero, J.I.
Abstract: This document addresses the direct and indirect use of energy in European organic greenhouse horticulture (OGH) with the aim of reviewing available means for making it more environmental friendly and identifying knowledge gaps that should be addressed to attain this aim.&#xD;
The first observation is that there is no common regulation for energy use in OGH, which is not unexpected, since the need for climatisation is not uniformly distributed in the EU (and outside). Accordingly, the EU directive on organic agriculture does not set limitations on the use of energy, but rather promotes the responsible use of energy and of natural resources. The restrictions and rules of most private standards are slightly more stringent.&#xD;
Some standards have specific restrictions on the amount and sources of energy and/or on the seasonal use of energy for heating. Some standards also address processes that may affect (in)direct energy use, such as cultivation methods, mulching, lighting and growing media or substrates. However, most private standards have no or little restrictions or regulations on energy use. Accordingly, it should not surprise that very little quantitative information is available about energy use in OGH. In the present document we have filled the gaps&#xD;
with data with estimates drawn on energy use in conventional greenhouses. With respect to ongoing research, whereas many of the present research results about energy use and saving in conventional greenhouses are relevant (and also applied) in OGH, little research is devoted to address the energy use that is peculiar to OGH, particularly energy use for humidity control. In short, there are still a lot of knowledge gaps to improve quality and to lower energy use in organic greenhouses. The purpose of this document is a summary of present relevant knowledge about energy use and energy saving and of the perspective for improvement. In particular, the goal is to make an overview on the methods and technologies which can be used to reduce the energy use in OGH. We start from the assumption that methods&#xD;
and technologies that are used for reducing direct and indirect energy in conventional greenhouses can also be applied in organic greenhouses. Research on reducing energy use in conventional greenhouses is also more widely available because the area of conventional greenhouse horticulture is much larger than the area of OGH. When implementing these methods and techniques we should take into account the specific characteristics of organic agriculture like soil-based cultivation, use of organic fertilizers and the limited use of crop protection products. This document is organised as follows: first we report the results of a survey about energy use and relevant standards in the countries participating to the COST action (chapter 1); then we review the energy use for climatisation: heating (chapter 2) and humidity (chapter 3). In chapter 4 we review the available design and management means that would either reduce energy use and/or increase energy use efficiency by increasing&#xD;
productivity of OGH. In chapter 5 we present a short summary of existing information on indirect energy use, that is the energy required to manufacture production means (greenhouse structure and cover, fertilisers, equipment etc.) and for crop protection, particularly steaming, and briefly discuss possible savings. Finally (chapter 6) we review briefly the potential for application of renewable energy sources in OGH.</summary>
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