<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Collection:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/641" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10174/641</id>
  <updated>2026-08-29T17:11:53Z</updated>
  <dc:date>2026-08-29T17:11:53Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Documentaries on mainland Portugal’s railway heritage and the Cinecarril Project</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/42525" />
    <author>
      <name>Cardoso de Matos, Ana</name>
    </author>
    <author>
      <name>Lourencetti, Fernanda de Lima</name>
    </author>
    <author>
      <name>Ramos, Alexandre</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/42525</id>
    <updated>2026-08-26T09:25:14Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Documentaries on mainland Portugal’s railway heritage and the Cinecarril Project
Authors: Cardoso de Matos, Ana; Lourencetti, Fernanda de Lima; Ramos, Alexandre
Editors: Berrocal Menárguez, Ana; Zamorano Martin, Clara
Abstract: The first films dedicated to the Railways in Portugal premiered in 1897, just&#xD;
a few months after the first Portuguese film – Saída do Pessoal Operário da&#xD;
Fábrica Confiança (1896)” – was shown, in 1896.&#xD;
Since the late 19th century, railways have been a recurring subject in&#xD;
Portuguese film production. Some studies have identified several films about&#xD;
the Portuguese Railways in the archives. Nevertheless, cinema remains an&#xD;
underused source of information for studying the History of Railways in&#xD;
Portugal.&#xD;
This paper has a twofold goal. First, to approach cinema as a source of&#xD;
information for studying the Portuguese Railways Heritage and History.&#xD;
Second, to present the project we are developing in 2021, the European Year&#xD;
of Transport Railway.&#xD;
Our project aims to show how Railway Heritage and the History of Railways&#xD;
can be studied and promoted through film archives. We also aim to make the&#xD;
public aware of the importance of the railway heritage and the urgency to&#xD;
preserve it.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>GENTÍLICOS E GLOSSÓNIMOS EM ANTIGOS ADAGIÁRIOS: OS POVOS E AS LÍNGUAS PENINSULARES NA ÓTICA DOS PROVÉRBIOS</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/42243" />
    <author>
      <name>Gonçalves, Maria Filomena</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/42243</id>
    <updated>2026-06-23T14:17:27Z</updated>
    <published>2026-04-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: GENTÍLICOS E GLOSSÓNIMOS EM ANTIGOS ADAGIÁRIOS: OS POVOS E AS LÍNGUAS PENINSULARES NA ÓTICA DOS PROVÉRBIOS
Authors: Gonçalves, Maria Filomena
Editors: Álvarez Pérez, Xosé Afonso; Menéndez Fernnández, Claudia Elena
Abstract: Homenageando José Enrique Gargallo, este capítulo trata da presença de glossónimos e glotónimos em antigos adagiários portugueses e castelhanos, obras que traduzem a perspetiva de um povo sobre outro(s).</summary>
    <dc:date>2026-04-30T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/42232" />
    <author>
      <name>Miranda, Flávio</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/42232</id>
    <updated>2026-06-19T15:47:00Z</updated>
    <published>2026-07-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages
Authors: Miranda, Flávio
Editors: Boestad, Tobias; Höhn, Philipp
Abstract: O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa germânica no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV.O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa alemã no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV. A hipótese central é que esta relação teve amplo alcance geográfico, especialização moderada e baixa probabilidade de conflito. Os hanseáticos dominaram a exportação de sal português — sobretudo de Lisboa e Setúbal para o Báltico —, enquanto os portugueses concentravam o seu comércio na Flandres e na expansão atlântica e africana. Bruges foi o epicentro de uma vasta rede que ligava a Hansa aos mercados europeus. As disputas foram raras e prontamente resolvidas por instituições locais, refletindo uma relação comercial globalmente estável e cooperativa.</summary>
    <dc:date>2026-07-01T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Morphogenèses. A Propósito da Exposição "Topomorphias" de Jorge Martins</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/42231" />
    <author>
      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/42231</id>
    <updated>2026-06-19T15:45:15Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Morphogenèses. A Propósito da Exposição "Topomorphias" de Jorge Martins
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: La peinture de Jorge Martins a réussi précisément &#xD;
là où - pour des raisons diamétralement opposées -, &#xD;
Duchamp et Malevitch ont échoué. JRdS&#xD;
                                                                                                                                          &#xD;
A pintura de Jorge Martins é boa para pensar. Mas, porque consiste em construir enigmas e labirintos de que o observador dificilmente escapa, a obra de JM é difícil de pensar. O desafio que coloca é o de situar a imensa diversidade das obras (técnicas, matérias, maneiras, formatos), no conjunto que formam. A perspectiva que adopto ao reflectir sobre as obras expostas é, por assim dizer ortogonal em relação a algumas perspectivas que, com toda a legitimidade, foram sendo avançadas aqui e ali. Não me parece que o Jorge  trabalhe como um "pintor de séries" e mesmo que certas obras apareçam em conjuntos, reunidas por fortes afinidades entre elas, não me parece adequado pensar esses grupos em termos de "séries". (...) O problema que se coloca ao tentar dar conta das obras do Jorge aqui expostas (como se diz em português "dou / não dou conta do recado"), é em primeiro lugar encontrar uma linguagem de descrição adequada à materialidade da obra, associada a uma hipótese sobre a intencionalidade que preside à sua realização. Toda a obra (só do Jorge?) integra uma parte de acaso, de imprevisível e de involuntário. "Quantas vezes a minha mão (e o meu olhar) segue rumos que a minha razão não deseja? Escutemos JM: "E parece que a vontade não consegue "impor-se ao risco"? J.M., Cadernos [542]</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

