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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/635</id>
  <updated>2026-04-21T17:23:55Z</updated>
  <dc:date>2026-04-21T17:23:55Z</dc:date>
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    <title>Modelo do 3º ciclo da avaliação externa das escolas</title>
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      <name>Fialho, Isabel</name>
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      <name>Pacheco, José Augusto</name>
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      <name>Sousa, Joana</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41846</id>
    <updated>2026-04-16T16:13:41Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Modelo do 3º ciclo da avaliação externa das escolas
Authors: Fialho, Isabel; Pacheco, José Augusto; Sousa, Joana
Editors: Fialho, Isabel; Saragoça, José; Gomes, Sónia; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Abstract: Perspetivando-se o início do 3º ciclo de Avaliação Externa das Escolas, a partir do ano letivo de 2017-2018, em outubro de 2016 foi nomeado o Grupo de Trabalho de Avaliação Externa das Escolas (GTAEE) com a missão de analisar os referenciais e metodologias do Programa de Avaliação Externa das Escolas em vigor e propor o modelo para o 3º ciclo da avaliação externa das escolas. Neste texto damos conta de todo o trabalho desenvolvido pelo GTAEE desde a sua constituição até à experiência-piloto do modelo que decorreu em oito escolas públicas e uma escola privada. O processo começou com a análise de diversos documentos nacionais e internacionais, incluindo normativos de política educativa, que conduziu a significativas alterações no referencial da AEE, designadamente no âmbito, objetivos e princípios – alargamento da AEE a estabelecimento de ensino particular e cooperativo –, metodologia – inclusão, no quadro de referência, do domínio da Autoavaliação e de novos indicadores e referentes; alargamento da equipa de avaliadores a mais um perito externo; introdução da observação da prática educativa e letiva; maior diversificação e flexibilização das agendas; alteração dos descritores da escala de classificação; utilização do Infoescolas como principal fonte de dados quantitativos; devolução das primeiras considerações sobre a avaliação, no painel da Direção; introdução de um painel de entrevista com membros representativos da comunidade educativa; estrutura do relatório; possibilidade de avaliação externa intercalar e a criação de instâncias mais alargadas de acompanhamento do processo e de recurso das decisões.&#xD;
A proposta do modelo foi testada numa experiência-piloto que permitiu a validação do modelo geral proposto para o 3º ciclo da avaliação externa das escolas, providenciando informação útil ao grupo de trabalho para consolidar e aperfeiçoar a sua proposta, designadamente ao nível do referencial teórico-&#xD;
conceptual, conferindo uma maior centralidade aos processos de ensino-&#xD;
aprendizagem; dos referentes / indicadores, com a redução de aspetos&#xD;
redundantes ou secundários; da metodologia com a adequação às diferentes&#xD;
tipologias de escola e seus modos de organização; da informação documental&#xD;
com a sistematização dos indicadores a disponibilizar às equipas de&#xD;
avaliação; da escala de classificação com o aperfeiçoamento dos descritivos&#xD;
da escala; do relatório com orientações que garantam um modelo mais útil&#xD;
para os diferentes agentes das comunidades educativas.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Perceções de atores políticos, inspetivos e avaliativos (inspetores e peritos externos) sobre a Avaliação Externa das Escolas como política, procedimento e experiência</title>
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      <name>Pacheco, José Augusto</name>
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      <name>Fialho, Isabel</name>
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      <name>Barreira, Carlos</name>
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      <name>Seabra, Filipa</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41840</id>
    <updated>2026-04-16T15:48:15Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Perceções de atores políticos, inspetivos e avaliativos (inspetores e peritos externos) sobre a Avaliação Externa das Escolas como política, procedimento e experiência
Authors: Pacheco, José Augusto; Fialho, Isabel; Barreira, Carlos; Seabra, Filipa
Editors: Fialho, Isabel; Saragoça, José; Gomes, Sónia; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Abstract: Neste capítulo são apresentadas as perceções, obtidas através de entrevistas individuais, a dois representantes do Ministério da Educação, quatro representantes da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, nove inspetores e três peritos externos, sobre a Avaliação Externa das Escolas (AEE), nomeadamente como política, processo e experiência, e ainda como mecanismo de mudança nas escolas e na inspeção. Na AEE como política verifica-se que o efeito da legitimação discursiva, na AEE, é reconhecido por vários atores, mas é nos políticos e nos inspetivos que mais se observa, já que a sua ação está integrada em agendas políticas, o que não se verifica, totalmente, para os atores avaliadores-inspetores e para os avaliadores-peritos externos. Como processo, ainda que de forma não consensual entre os quatro grupos de inquiridos, a AEE distancia-se das atividades de controlo e auditoria. Na abordagem da AEE como experiência, é comummente partilhada a ideia de que constitui um instrumento de melhoria da escola, ainda que os avaliadores-inspetores valorizem os resultados e os avaliadores-peritos externos focalizem o valor formativo das práticas de avaliação. No que se refere aos mecanismos de mudança, a convicção dos atores políticos de que a avaliação externa produz mudança nas escolas é partilhada pelos atores inspetivos, considerando que tem mais impacto no desenvolvimento organizacional do que no desenvolvimento curricular e pedagógico. Todos os entrevistados reconhecem mudanças na Inspeção, salientam que a AEE tem contribuído para uma nova imagem da Inspeção, um novo relacionamento com as escolas, uma nova cultura em que a partilha e ajuda se evidencia face ao controlo.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O 3.º Ciclo da Avaliação Externa das Escolas: olhares dos Inspetores</title>
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      <name>Saragoça, José</name>
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      <name>Fialho, Isabel</name>
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      <name>Silvestre, Maria José</name>
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      <name>Correia, Ana Paula</name>
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      <name>Gomes, Sónia</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41835</id>
    <updated>2026-04-16T15:46:00Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O 3.º Ciclo da Avaliação Externa das Escolas: olhares dos Inspetores
Authors: Saragoça, José; Fialho, Isabel; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula; Gomes, Sónia
Editors: Fialho, Isabel; Saragoça, José; Gomes, Sónia; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Abstract: A avaliação de escolas em Portugal tem sido objeto de inúmeros estudos produzidos, normalmente, por académicos, baseados em dados documentais (tais como relatórios de avaliação externa e de autoavaliação) e dados provocados junto dos atores escolares, através de inquéritos por entrevista e por questionário, assumindo, não raras vezes, a forma de dissertações de mestrado e teses de doutoramento. Porém, pouco se sabe acerca do modo como os avaliadores externos, entre os quais se encontram inspetores, percebem os efeitos das suas ações, ou seja, da Avaliação Externa das Escolas (AEE) nas próprias organizações.&#xD;
Este trabalho, de natureza quantitativa, enquadra-se num estudo realizado com base num questionário aplicado a 41 inspetores da Inspeção-Geral da Educação de Portugal e tem como objetivo apresentar resultados sobre os níveis de satisfação dos inspetores da IGEC, enquanto avaliadores externos do 3º ciclo do Programa de AEE, com as práticas/procedimentos avaliativos deste ciclo de avaliação e as suas perceções sobre os efeitos da aplicação do novo referencial de avaliação externa nos processos escolares.&#xD;
Os resultados evidenciam significativos níveis de satisfação global dos avaliadores-inspetores com todas as fases da AEE (preparação da intervenção, desenvolvimento e pós-intervenção, sendo sobre esta última fase que se regista menos satisfação) e que, segundo estes inspetores, os efeitos produzidos pela avaliação externa são moderados, incidindo particularmente sobre os domínios da Liderança e Gestão e da Autoavaliação e menos sobre a Prestação do Serviço Educativo e os Resultados.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Práticas para ensinar, aprender e avaliar em aulas de matemática</title>
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      <name>Cabral, Clara</name>
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      <name>Martins, António</name>
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      <name>Borralho, António</name>
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    <updated>2026-04-15T10:16:14Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Práticas para ensinar, aprender e avaliar em aulas de matemática
Authors: Cabral, Clara; Martins, António; Borralho, António
Editors: Lucena, Isabel; Monteiro, Jeirla; Raiol, Wevertron
Abstract: O objetivo deste capítulo é apresentar aos docentes, que atuam nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, uma proposta de ensino que permite desenvolver tarefas matemáticas na perspectiva do trabalho com investigações. Ao trazer para o título o termo “trilhar seu próprio caminho”, desejamos exprimir&#xD;
a ideia de autonomia, visto que uma das vertentes principais do método de ensino exploratório-investigativo é o protagonismo&#xD;
do aluno no processo de ensino-aprendizagem.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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