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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/625</id>
  <updated>2026-07-07T15:43:59Z</updated>
  <dc:date>2026-07-07T15:43:59Z</dc:date>
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    <title>Tecnologias integradas numa estratégia de apoio à rega de precisão no Milho</title>
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    <author>
      <name>Serrano, João M. P. R.</name>
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      <name>Noéme, J.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/42318</id>
    <updated>2026-07-07T15:25:38Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Tecnologias integradas numa estratégia de apoio à rega de precisão no Milho
Authors: Serrano, João M. P. R.; Noéme, J.
Editors: Carmo, Vitor
Abstract: Este trabalho resume a metodologia seguida no projeto “GO: Regadio de Precisão” &#xD;
(PDR2020-101-FEADER-032167) para implementação e demonstração de sistemas &#xD;
de rega de taxa variável (“Variable Rate Irrigation”, VRI) utilizando a rega por pivot na cultura do milho, num campo experimental de 28 ha (“Eucaliptos”, em Samora Correia; Figura 1-a). Este projeto baseia-se em tecnologias de monitorização: (i) da condutividade elétrica aparente do solo (CEa) e da altimetria; (ii) da produtividade da cultura; (iii) do teor de humidade e da fertilidade do solo; (iv) do índice de vegetação de diferença normalizada &#xD;
(“Normalized Difference Vegetation Index”, &#xD;
NDVI), obtido a partir de imagens de satélite; e em tecnologias de controlo automático da velocidade de deslocamento da rampa rotativa de rega (pivot; Figura 1-b, c e d). Os mapas de CEa e altimétrico serviram para a definição inicial de zonas de gestão de rega (ZG) e elaboração inicial de prescrição de rega (VRI-1). As séries temporais de NDVI obtidas ao longo do ciclo vegetativo da cultura, a partir do “Sentinel-2”, foram utilizadas para ajustar &#xD;
estas ZG e os respetivos mapas dinâmicos &#xD;
de prescrição da rega (VRI-2 e VRI-3). Esta &#xD;
estratégia de gestão espacialmente variável &#xD;
da rega, com o ajustamento da velocidade de &#xD;
deslocamento do pivot e, consequentemente, &#xD;
da dotação de rega em função das necessidades em cada local, tem um impacto imediato na economia de água. No estudo em causa &#xD;
levou ainda à redução da variabilidade espacial do rendimento de produção, em comparação com a gestão convencional da rega, o que representa uma contribuição importante &#xD;
para os desafios da produtividade e da sustentabilidade da produção agrícola.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Regeneração do Solo em Portugal - Objectivos e Instrumentos aplicados ao Alentejo Central.</title>
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    <author>
      <name>Filipe, Susana</name>
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      <name>Nóvoa, Teresa</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pinto Correia, Teresa</name>
    </author>
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      <name>Machado, Rui</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/42173</id>
    <updated>2026-06-12T10:05:38Z</updated>
    <published>2025-01-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Regeneração do Solo em Portugal - Objectivos e Instrumentos aplicados ao Alentejo Central.
Authors: Filipe, Susana; Nóvoa, Teresa; Pinto Correia, Teresa; Machado, Rui
Abstract: Face ao elevado estado de degradação do solo europeu (60-70%) e impacto da saúde deste na segurança&#xD;
alimentar, biodiversidade e mitigação das alterações climáticas, a União Europeia está a responder com&#xD;
iniciativas, tais como a Missão Solo e a Lei Europeia de Monitorização do Solo, com vista a delinear medidas&#xD;
urgentes que permitam a monitorização, conservação e regeneração do solo. Em Portugal, a resposta a este&#xD;
desafio enfrenta obstáculos como a falta de dados robustos, a ausência de uma metodologia de definição de&#xD;
objetivos de regeneração para solos agrícolas e agroflorestais e a baixa literacia do solo. Para superar estes&#xD;
desafios, o presente estudo recomenda: i) desenvolver um sistema abrangente para recolha, análise e gestão&#xD;
de dados do solo; ii) rever políticas públicas existentes para priorizar a regeneração do solo; iii) implementar&#xD;
um programa nacional de literacia do solo.</summary>
    <dc:date>2025-01-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Energia Solar em Portugal: Rumo a uma Transição Equilibrada e Sustentável - Recomendações para a Implementação de Centrais Fotovoltaicas com Impacto Positivo no Ambiente e na Sociedade.</title>
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    <author>
      <name>Filipe, Susana</name>
    </author>
    <author>
      <name>Sequeira, Miguel</name>
    </author>
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      <name>Ascensão, Fernando</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/42168</id>
    <updated>2026-06-12T10:02:06Z</updated>
    <published>2025-01-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Energia Solar em Portugal: Rumo a uma Transição Equilibrada e Sustentável - Recomendações para a Implementação de Centrais Fotovoltaicas com Impacto Positivo no Ambiente e na Sociedade.
Authors: Filipe, Susana; Sequeira, Miguel; Ascensão, Fernando
Abstract: Na atualização do seu Plano Nacional de Energia e Clima para 2030, Portugal assumiu o&#xD;
compromisso de atingir a neutralidade climática até 2045, com foco na transição energética,&#xD;
onde a energia solar fotovoltaica é crucial. Contudo, a expansão centralizada das centrais&#xD;
fotovoltaicas exige a participação ativa e colaborativa de diversos atores - promotores,&#xD;
sociedade civil, academia, administração pública e associações ambientais - para minimizar&#xD;
impactos ambientais e sociais negativos. Especialmente importante é o envolvimento das&#xD;
populações locais desde o início dos processos de tomada de decisão, influenciando a&#xD;
localização e dimensão destes projetos.&#xD;
Nesse contexto, o Laboratório Associado CHANGE, em parceria com a Comissão de&#xD;
Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P. (CCDRA) e a Cátedra Energias&#xD;
Renováveis da Universidade de Évora, realizou em outubro de 2024 o “Fórum Solar&#xD;
Fotovoltaico”, que reuniu cerca de 40 participantes para discutir oportunidades e desafios da&#xD;
implantação de centrais fotovoltaicas. Entre os cerca de 40 participantes, estiveram&#xD;
representadas entidades como a CCDR-A, a Administração da Região Hidrográfica (ARH), a&#xD;
Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central&#xD;
(CIMAC), a Universidade de Évora (UÉ), a Universidade Nova de Lisboa (NOVA), a Universidade&#xD;
de Lisboa (UL), a EDP, a Aquila Energy, a FINERGE, a Associação Portuguesa de Energias&#xD;
Renováveis (APREN), o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), a&#xD;
Sociedade Portuguesa para o estudo das aves (SPEA) e a Plataforma Cívica Juntos pelo Divor,&#xD;
entre outras.&#xD;
O evento fomentou o diálogo multissetorial, culminando num conjunto de recomendações para&#xD;
uma transição energética equilibrada em Portugal.&#xD;
O documento resultante sintetiza, na perspetiva dos autores, esses principais pontos e reforça&#xD;
a importância de uma transição que concilie energia renovável, desenvolvimento sustentável e&#xD;
proteção ambiental.</summary>
    <dc:date>2025-01-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Paisagens em transição: agroecologia, floresta, território e sustentabilidade</title>
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    <author>
      <name>Pedroso, Nuno</name>
    </author>
    <author>
      <name>Baptista, Fátima</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/42072</id>
    <updated>2026-06-01T09:11:49Z</updated>
    <published>2025-07-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Paisagens em transição: agroecologia, floresta, território e sustentabilidade
Authors: Pedroso, Nuno; Baptista, Fátima
Editors: Portugal, José Carlos; Barreiros, Sofia
Abstract: As paisagens rurais e periurbanas europeias enfrentam desafios crescentes decorrentes das alterações climáticas, da degradação dos solos, da escassez de água e da perda de biodiversidade, exigindo uma transformação profunda dos sistemas agrícolas e florestais. Este artigo discute o papel da agroecologia, dos sistemas agroflorestais e das abordagens regenerativas na construção de territórios mais resilientes e sustentáveis, destacando o contexto particular das regiões mediterrânicas portuguesas. A partir da experiência do MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, são apresentadas linhas de investigação e intervenção centradas na adaptação climática, gestão sustentável dos recursos naturais, saúde do solo, uso eficiente da água, biodiversidade funcional e inovação agroalimentar. O texto analisa igualmente a importância das cadeias curtas de abastecimento, dos territórios periurbanos como espaços de experimentação e da articulação entre conhecimento científico, políticas públicas e envolvimento das comunidades locais. Defende-se que a sustentabilidade deve ser entendida de forma integrada, conciliando objetivos ambientais, sociais e económicos, e que a regeneração dos solos constitui uma prioridade estratégica para assegurar a resiliência das paisagens, a segurança alimentar e o desenvolvimento dos territórios. Neste contexto, a ciência, a inovação e a participação dos diversos atores assumem um papel central na construção de sistemas agroalimentares e florestais mais sustentáveis e adaptados aos desafios do futuro.</summary>
    <dc:date>2025-07-31T23:00:00Z</dc:date>
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