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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/1649</id>
  <updated>2026-08-29T14:35:38Z</updated>
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    <title>Supervisão Clínica em Enfermagem: Fundamentos conceptuais, modelos e desafios para a prática.</title>
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      <name>Alves, Elisabete</name>
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    <updated>2026-08-26T09:28:58Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Supervisão Clínica em Enfermagem: Fundamentos conceptuais, modelos e desafios para a prática.
Authors: Alves, Elisabete; Dias, Ana; Goes, Margarida; Zangão, Otilia; Marques, Fátima; Moreira, José; Serra, Isaura
Editors: Universidade de Évora
Abstract: A supervisão clínica em enfermagem constitui uma estratégia fundamental para promover o desenvolvimento profissional, a aprendizagem reflexiva, a qualidade dos cuidados e a segurança da pessoa cuidada. Este capítulo apresenta uma visão integradora dos principais fundamentos conceptuais da supervisão clínica, oferecendo um enquadramento transversal para os temas desenvolvidos ao longo da obra. São abordados o conceito e as finalidades da supervisão clínica, as funções formativa, normativa e restaurativa propostas por Proctor, bem como o papel do enfermeiro supervisor na promoção da aprendizagem, da reflexão crítica e da tomada de decisão fundamentada. O capítulo explora ainda a importância da comunicação supervisiva, da segurança psicológica, do pensamento crítico e das diferentes modalidades de supervisão, destacando a sua adaptação aos diversos contextos de prática clínica e aos desafios associados à transformação digital. São igualmente discutidas as dimensões ética, deontológica e organizacional da supervisão clínica, enfatizando a influência da cultura organizacional e das condições institucionais na implementação de práticas supervisivas eficazes e sustentáveis. Ao integrar evidência científica atual e referenciais teóricos reconhecidos, este capítulo constitui uma base conceptual para a compreensão da supervisão clínica como um processo relacional, multidimensional e orientado para a melhoria contínua da qualidade dos cuidados e da prática profissional em enfermagem</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Supervisão clínica em equipas multidisciplinares: o papel na gestão de conflitos</title>
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      <name>Roque, Ana</name>
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    <updated>2026-08-26T09:25:44Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Supervisão clínica em equipas multidisciplinares: o papel na gestão de conflitos
Authors: Roque, Ana; Carriço, Ana; Quaresma, Catarina; Goes, Margarida; Marques, Fátima
Editors: Universidade de Évora
Abstract: A supervisão clínica em equipas multidisciplinares assume um papel fundamental na promoção da colaboração interprofissional, da comunicação eficaz e da gestão construtiva de conflitos, contribuindo para a qualidade e segurança dos cuidados de saúde. Este capítulo apresenta uma scoping review com o objetivo de mapear e analisar a evidência científica sobre o contributo da supervisão clínica como estratégia de mediação e gestão de conflitos em equipas multidisciplinares. A revisão permitiu identificar que a confiança na relação supervisiva, a inteligência emocional, a comunicação assertiva, a liderança participativa e a utilização de estratégias estruturadas de intervenção constituem fatores determinantes para prevenir e gerir situações de conflito nos contextos clínicos. Os resultados evidenciam que a supervisão clínica favorece a criação de ambientes psicologicamente seguros, estimula a reflexão crítica, fortalece a cooperação entre profissionais e transforma os conflitos em oportunidades de aprendizagem e melhoria contínua. Foram igualmente identificados desafios organizacionais, como a elevada carga de trabalho, a insuficiência de recursos, as barreiras hierárquicas, as dificuldades de comunicação e a ausência de estruturas formais de supervisão, que podem limitar a eficácia dos processos supervisivos. Conclui-se que a supervisão clínica, quando integrada de forma sistemática nas organizações de saúde e sustentada por estratégias de comunicação, liderança e desenvolvimento de competências relacionais, constitui uma ferramenta essencial para fortalecer o trabalho em equipa, promover culturas colaborativas e contribuir para a prestação de cuidados seguros, integrados e centrados na pessoa.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Modelos de supervisão clínica em enfermagem: comparação e aplicabilidade prática</title>
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      <name>Félix, Tito</name>
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      <name>Buinho, Inês</name>
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      <name>Dias, Ana</name>
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    <updated>2026-08-26T09:24:09Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Modelos de supervisão clínica em enfermagem: comparação e aplicabilidade prática
Authors: Félix, Tito; Gomes, Paula; Buinho, Inês; Dias, Ana; Goes, Margarida
Editors: Universidade de Évora
Abstract: A seleção de modelos de supervisão clínica em enfermagem constitui um elemento determinante para a qualidade do ensino clínico, influenciando o desenvolvimento de competências, a integração dos estudantes nos contextos de prática e a articulação entre teoria e prática. Este capítulo apresenta uma scoping review desenvolvida de acordo com as orientações do Joanna Briggs Institute e do PRISMA-ScR, com o objetivo de mapear os modelos de supervisão clínica descritos na literatura e analisar a sua aplicabilidade em contexto de ensino clínico. A revisão permitiu identificar diferentes abordagens supervisivas, incluindo a preceptoria, peer learning, Dedicated Education Unit, Collaborative Learning in Practice, Clinical School Supervision, Active Clinical Training Approach, Culture of Caring e o modelo de Proctor. A análise evidencia que não existe um modelo universalmente superior, sendo a sua adequação dependente dos objetivos pedagógicos, da preparação dos supervisores, da maturidade dos estudantes, dos recursos disponíveis e da cultura organizacional. Os resultados demonstram que os modelos colaborativos e as abordagens ativas favorecem a autonomia, o pensamento crítico, a aprendizagem reflexiva e a integração do estudante na equipa, enquanto a preceptoria mantém particular relevância em fases iniciais da aprendizagem clínica. Conclui-se que a implementação eficaz de qualquer modelo de supervisão requer condições organizacionais adequadas, formação pedagógica dos supervisores, definição clara de papéis e uma articulação efetiva entre as instituições de ensino e os contextos de prática, promovendo experiências formativas de elevada qualidade e contribuindo para a melhoria contínua da supervisão clínica em enfermagem</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Dilemas éticos na prática supervisiva de enfermagem: implicações deontológicas e legais</title>
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      <name>Fona, Conceição</name>
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      <name>Coelho, Lara</name>
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      <name>Pimpão, Teresa</name>
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      <name>Serra, Isaura</name>
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    <updated>2026-08-26T09:23:33Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Dilemas éticos na prática supervisiva de enfermagem: implicações deontológicas e legais
Authors: Fona, Conceição; Coelho, Lara; Pimpão, Teresa; Dias, Ana; Serra, Isaura
Editors: Universidade de Évora
Abstract: A supervisão clínica em enfermagem constitui um processo complexo que integra responsabilidades éticas, deontológicas e legais, exigindo do enfermeiro supervisor um equilíbrio entre o desenvolvimento profissional do supervisionado, a avaliação da prática e a proteção da pessoa cuidada. Este capítulo apresenta uma revisão integrativa da literatura com o objetivo de identificar e analisar os principais dilemas éticos associados à prática supervisiva em enfermagem e as respetivas implicações deontológicas e legais. A revisão, conduzida segundo as orientações metodológicas do Joanna Briggs Institute, permitiu sintetizar evidência relativa às tensões inerentes ao exercício da supervisão clínica, destacando a gestão da confidencialidade, a segurança psicológica, a avaliação do desempenho, a responsabilidade profissional, a gestão do erro clínico, a justiça avaliativa e a salvaguarda da segurança dos cuidados. Os resultados evidenciam que a qualidade da supervisão depende não apenas das competências éticas e relacionais do supervisor, mas também das condições organizacionais, da clareza dos papéis, do suporte institucional e da existência de culturas promotoras da aprendizagem, da reflexão crítica e da transparência. São igualmente discutidos os desafios decorrentes do equilíbrio entre as funções formativa, normativa e restaurativa da supervisão clínica, bem como a necessidade de modelos de avaliação claros e de processos de deliberação ética que sustentem decisões responsáveis. Conclui-se que a supervisão clínica deve ser entendida como uma prática ética e profissionalmente responsável, essencial para o desenvolvimento de profissionais reflexivos, para a promoção da qualidade e segurança dos cuidados e para o fortalecimento de culturas organizacionais assentes na confiança, na responsabilidade e na melhoria contínua da prática de enfermagem.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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