<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/634</link>
    <description />
    <pubDate>Sat, 31 Oct 2026 02:43:03 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-31T02:43:03Z</dc:date>
    <item>
      <title>Adaptação de um Teste de Habilidades Metalinguísticas a Alunos de Português como Língua Estrangeira: Estudo Exploratório</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42656</link>
      <description>Title: Adaptação de um Teste de Habilidades Metalinguísticas a Alunos de Português como Língua Estrangeira: Estudo Exploratório
Authors: Silva, Ana Alexandra
Editors: Albino, Susete; Pereira, João Paulo
Abstract: O desenvolvimento da consciência metalinguística é um aspeto relevante na aprendizagem de línguas estrangeiras, desempenhando um papel fundamental na capacidade de os alunos analisarem e refletirem sobre a estrutura e o uso da língua que estão a aprender. No contexto do ensino de Português como Língua Estrangeira (PLE), essa competência torna -se ainda mais significativa, dada a complexidade morfológica e sintática do português e as diferenças culturais subjacentes que influenciam o uso linguístico. Este capítulo pretende explorar a potencialidade de adaptação de um teste de habilidades linguísticas, já validado para algumas línguas europeias (Figueira e Pinto 2018), a alunos de PLE, em contexto de imersão linguística.&#xD;
Pretende -se uma interpretação e análise das atividades propostas a um grupo de dez alunos universitários, de forma a aferir o nível de consciência metalinguística&#xD;
demonstrado pela amostra de aprendentes. Esta análise poderá fornecer indicações sobre práticas pedagógicas mais eficientes para o contexto apresentado e abrir caminho para a adaptação do teste a falantes de PLE.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42656</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Provas de proficiência leitora no contexto das universidades brasileiras, o que os alunos precisam saber?</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/42582</link>
      <description>Title: Provas de proficiência leitora no contexto das universidades brasileiras, o que os alunos precisam saber?
Authors: Silva, Ana Alexandra; Luna, Lorena; Matheus, Barbosa
Editors: Valente, Marcela; Gondar, Anelise; Stanke, Roberta; Pontes, Renata
Abstract: O inglês consolidou-se, nas últimas décadas, como a principal língua da ciência e da comunicação acadêmica internacional. Publicações científicas de alto impacto, conferências e intercâmbios&#xD;
de pesquisa ocorrem majoritariamente nesse idioma, o que confere ao seu domínio papel central na formação de pesquisadores. No Brasil, a exigência de proficiência leitora em inglês nos programas de pós-graduação stricto sensu está diretamente vinculada a esse cenário. A obrigatoriedade, formalizada desde o Parecer Sucupira (1965), que estruturou a pós-graduação brasileira, estabelece a leitura em língua estrangeira como requisito indispensável para a formação acadêmica. Apesar disso, não há uma padronização nacional para a avaliação da proficiência em inglês. Cada universidade elabora seu próprio exame, o que resulta em variações no número e no tipo de textos, na formatação das questões e, sobretudo, no nível de exigência.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/42582</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Tradição gramatical em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39863</link>
      <description>Title: Tradição gramatical em Portugal
Authors: Fonseca, Maria do Céu
Abstract: O presente capítulo procura, a partir de um corpus gramatical representativo,&#xD;
revisitar matérias historiográficas sobre a produção de conhecimentos&#xD;
linguísticos, sobre a sua circulação, transmissão e receção, inscritas em&#xD;
conjunturas históricas de longa duração, do século XVI ao século XIX, e&#xD;
sujeitas a horizontes de retrospeção. Focam-se doravante obras da&#xD;
gramaticografia portuguesa, não tanto em termos de história, mas de uma&#xD;
doxografia da tradição greco-latina, no sentido mais geral de saber gramatical&#xD;
precursor mais ou menos discutido, consoante as cronologias. Antes, porém,&#xD;
esclarecem-se as dimensões de “marcas” e “tradição gramatical” para&#xD;
enquadramento dos objetos historiográficos agora tratados e da metodologia&#xD;
de análise.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39863</guid>
      <dc:date>2025-04-08T23:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Norma e uso nas gramáticas em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39500</link>
      <description>Title: Norma e uso nas gramáticas em Portugal
Authors: Silva, Ana Alexandra
Editors: Batista, Ronaldo de Oliveira; Fernandes, Gonçalo; Bastos, Neusa Barbosa; Assunção, Carlos
Abstract: A norma refere-se ao conjunto de regras, convenções e padrões que regulam o uso de uma determinada língua. Esta abrange a variedade linguística tida como “padrão”, ou seja, aquela que é aceitável numa determinada comunidade de falantes. A norma linguística é, geralmente, estabelecida e promovida por estabelecimentos de ensino, meios de comunicação social, instituições culturais, podendo variar de acordo com o contexto geográfico e histórico. Ao conceito de norma está associado o conceito de uso, sendo este a utilização que os falantes fazem do sistema linguístico que têm ao seu dispor.&#xD;
O uso implicará a existência de desvios, ocorrendo estes por razões diversas, como a criatividade (na literatura, por exemplo), ou variações linguísticas (diacrónicas, diastráticas, diatópicas e, ainda, situacionais). O&#xD;
desvio não implica necessariamente um erro, embora muitas vezes esteja a ele associado, podendo ser apenas um momento de evolução linguística, ou seja, um momento em que a norma é colocada em causa. O uso com desvios&#xD;
pode constituir uma variação legitimada pelos utilizadores da língua. Num contexto em que a noção de (in)correção é inevitável, a língua revela que alguns enunciados podem ser considerados incorretos, enquanto muitas frases corretas poderão não ser utilizadas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39500</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

