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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2020-03-04T05:40:26Z</updated>
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    <title>Nós e os outros: Narciso Costa (1890-1969), Luís Fernandes (1895-1954), Lino António (1898-1974), António Varela (1902-1962)</title>
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      <name>Leandro, Sandra</name>
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      <name>Fernandes, Hugo Nazareth</name>
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      <name>Doria, Miguel de França</name>
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      <name>Augusto, Pedro</name>
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      <name>Bonifácio, Ana</name>
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      <name>David, Ana</name>
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      <name>Figueiredo, António Moreira de</name>
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      <name>Mota, Augusto</name>
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      <name>Santos, Dóris</name>
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      <name>Dias, Humberto</name>
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      <name>Correia, Joel</name>
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      <name>Oliveira, José</name>
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      <name>Coelho, Mário</name>
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      <name>Jesus, Márcia de</name>
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      <name>Narciso, Miguel</name>
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      <name>Neves, Rosa</name>
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      <name>Santos, Sandra</name>
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      <name>Cruz, Sara Marques da</name>
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      <name>Carvalho, Vânia</name>
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    <updated>2020-02-04T10:51:24Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Nós e os outros: Narciso Costa (1890-1969), Luís Fernandes (1895-1954), Lino António (1898-1974), António Varela (1902-1962)
Authors: Leandro, Sandra; Frias, Hilda; Fernandes, Hugo Nazareth; Doria, Miguel de França; Augusto, Pedro; Bonifácio, Ana; David, Ana; Figueiredo, António Moreira de; Mota, Augusto; Santos, Dóris; Dias, Humberto; Correia, Joel; Oliveira, José; Pena, Madalena; Coelho, Mário; Jesus, Márcia de; Narciso, Miguel; Neves, Rosa; Santos, Sandra; Cruz, Sara Marques da; Carreira, Sofia; Carvalho, Vânia; Silva, Vítor da
Editors: LEANDRO, Sandra
Abstract: Este Livro-Catálogo procura estudar de raiz ou desenvolver o estudo sobre parte significativa do percurso de quatro artistas e professores das Escolas Industriais: Narciso Costa (1890-1969), Luís Fernandes (1895-1954), Lino António (1898-1974) e António Varela (1902-1963).&#xD;
Nós é uma conhecida palavra que iniciou vários manifestos logo a partir do primeiro que Courbet redigiu, em 1855, expressando protesto, proposta e, sem dúvida, uma vontade de afirmação que estes artistas também declararam. Lino António realizou em 1923 uma pintura intitulada Nós, representando os quatro e foi esta pintura o ponto de partida para o projecto de investigação, encomendado pela Câmara Municipal de Leiria. Lino António não colocou o grupo num fundo neutro, a Cidade do Lis foi o quinto retrato.&#xD;
Trabalho iniciado em 2016, produziu a exposição, que decorreu entre 7 de Abril de 2018 e 7 de Outubro de 2019 no Museu da Imagem em Movimento. Dividida em dois grandes núcleos: «Nós no singular» e «Nós no plural», pretendeu resgatar os artistas do esquecimento, mostrando parte da sua obra. No primeiro núcleo, apresentaram-se trabalhos que caracterizaram e identificaram individualmente cada um dos quatro artistas e mostraram-se, especialmente, as representações ou projectos de e para Leiria e o seu distrito. No caso de Narciso Costa, António Varela e Luís Fernandes, há muito que a sua obra não era exposta e vários trabalhos exibiram-se pela primeira vez. Todas estas figuras ultrapassaram o âmbito local e estudaram, viveram, trabalharam ou tiveram encomendas de outras partes do país, ou do mundo. Foi esse o conteúdo de «Nós no plural», juntamente com a correspondência que assinalou alguns desses elos.&#xD;
Agentes activos da cultura leiriense do início do século XX, figuras carismáticas para um núcleo muito restrito, não estavam inscritos na memória histórica nem da cidade, nem do país, à excepção de Lino António. Demonstrou-se com as obras que se puderam ver e com a investigação que se levou a cabo que o Modernismo, tendência estética que se tornou tão influente, teve diversas origens e não se centrou apenas em Lisboa ou no Porto.&#xD;
O Livro-Catálogo continuará a proporcionar um momento para Leiria se ver ao espelho e, identificando este grupo de artistas, se repensar, guardando lugar na história para os artistas do futuro.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Museu Infinito: Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) e o Museu Industrial e Comercial do Porto</title>
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      <name>Leandro, Sandra</name>
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      <name>Baptista, Miguel Vieira</name>
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    <updated>2020-01-06T16:06:49Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Museu Infinito: Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) e o Museu Industrial e Comercial do Porto
Authors: Leandro, Sandra; Coutinho, Bárbara; Lasic, Barbara; Baptista, Miguel Vieira
Abstract: Museu Infinito foi uma exposição que evocou Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) e a história assombrosa do Museu Industrial e Comercial do Porto no MUDE - Museu do Design e da Moda, em 2016. Comissariada por Sandra Leandro, que a concebeu e organizou em catorze núcleos, trouxe novos dados sobre aquela instituição. Para esta exposição recorreu-se a vinte e sete instituições e a algumas colecções particulares. Este livro-catálogo conta com um breve artigo institucional de Catarina Vaz Pinto, vereadora do pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa; ensaios da directora e programadora do MUDE, Bárbara Coutinho, de Sandra Leandro, comissária e especialista no tema, de Barbara Lasic, conservadora no Victoria and Albert Museum; e um breve artigo de Miguel Vieira Baptista sobre o Design expositivo.&#xD;
Museu Infinito [Infinte Museum] was an exhibition that evoked Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) and and the amazing history of the Museu Industrial e Comercial do Porto [Oporto Industrial and Commercial Museum] at MUDE – Museu do Design e da Moda [Design and Fashion Museum], in 2016. Curated by Sandra Leandro, who conceived and organized it in fourteen sections, brought new data about that institution. For this exhibition we appeal to twenty-seven institutions and some private collections. This book -catalog features a brief institutional article by Catarina Vaz Pinto, City Councilor for Culture of the Lisbon City Council; essays by MUDE director Barbara Coutinho, Sandra Leandro, curator and expert in this subject, Barbara Lasic, curator at the Victoria and Albert Museum; and a brief article by Miguel Vieira Baptista about the exhibition Design.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ver tudo: Màmía Roque Gameiro (1901-1996) Pintura e Ilustração.</title>
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      <name>Leandro, Sandra</name>
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    <updated>2019-01-14T14:29:14Z</updated>
    <published>2018-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ver tudo: Màmía Roque Gameiro (1901-1996) Pintura e Ilustração.
Authors: Leandro, Sandra
Abstract: Maria Emília Roque Gameiro nasceu entre tintas e pincéis, em 7 de Setembro de 1901, na Amadora. Cedo recebeu o petit nom, que a tornou conhecida: Màmía. Sua mãe foi Assunção Roque Gameiro e seu pai, Alfredo Roque Gameiro (1864-1935), era há muito um reputadíssimo aguarelista e artista gráfico.&#xD;
Tem sido uma das muitas artistas que a História deixou por contar e procurou-se dar a ver a sua obra, retrospectivamente. Quem a ensinou a ver e a desenhar foi justamente seu pai e a estreia no domínio da ilustração foi ocasional e precoce: aos 6 anos n’O Jornal dos Pequeninos, da prolífica lavra de Ana de Castro Osório (1872-1935). Este início anunciou um futuro como ilustradora que efectivamente se tornaria nas décadas de 20 e 30. Ainda da sua meninice, consta que frequentou a Escola Alexandre Herculano, na Amadora.&#xD;
Màmía parece ter tido propensão natural para a pintura a óleo, inclinação que seu pai fomentou, afirmando que na família «já bastava de aguarelistas» e incentivando-a a estudar esta outra técnica. Recebeu indicações, possivelmente casuais, de José Malhoa (1855-1933), mas foi discípula aplicada da pintora modernista Mily Possoz (1888-1968). Aliás, a sua tendência estética inicial foi um modernismo sereno e suave, usando bem menos o naturalismo que via praticar em casa. Captar as formas de modo sintético, foi algo que a definiu.&#xD;
Logo em 1919, Màmía expôs na Sociedade Nacional de Belas-Artes, mas até ao fim da sua vida não participou em muitos certames. No catálogo registou a sua morada profissional na Rua D. Pedro V, 30, em Lisboa, ou seja, no conhecido atelier de seu pai, onde deu aulas particulares de desenho e pintura. Foi lá que organizou uma exposição individual em 1923, cuja apresentação no catálogo foi redigida pelo arquitecto Raul Lino. Após esta mostra, dedicou-se, especialmente até ao final da década de 30, à ilustração artística. Cinquenta anos volvidos realizou outra exposição individual no mesmo espaço.&#xD;
Foi ainda em 1919 que deu início à sua vertente como ilustradora científica, tarefa que muito prendeu o seu olhar nas décadas de 30 e 40, trabalhando para o Instituto Português de Oncologia. Numa época em que a fotografia microscópica estava no seu início, elaborou diversas ilustrações muito elogiadas quer nacional, quer internacionalmente, através de uma câmara clara adaptada ao microscópio.&#xD;
Casou, em 1926, com o professor e pintor Jaime Martins Barata (1899-1970) e a sua actividade como pintora decresceu, mantendo sobretudo uma prática artística privada. Cultivou pontualmente a técnica do esmalte, seguindo o modelo de Limoges. Numa grande dádiva de amor foi ajudando, discretamente, o seu marido nas muitas encomendas que satisfez. Apoiando-se numa intensa vida espiritual que, entretanto desenvolveu, devotou a sua vida à família, esquecendo-se de si. Fechou os olhos em 6 de Julho de 1996, em Lisboa. Viu macro em artes e micro em ciência. Viu tudo. Afinal, ver tudo, fica perto de virtude.</summary>
    <dc:date>2018-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estórias de Design</title>
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      <name>Maldonado, Paulo</name>
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    <updated>2018-03-13T14:43:39Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Estórias de Design
Authors: Maldonado, Paulo
Editors: Maldonado, Paulo
Abstract: As Estórias de Design resultam de uma seleção de 125 projetos de investigação aplicada em contexto académico sob a minha orientação e de alguns trabalhos profissionais no âmbito da minha&#xD;
atividade como designer em diversas vertentes (projeto, curadoria, consultoria, direção de design e gestão de design). Os projetos selecionados dos meus alunos cobrem um arco temporal de 25 anos em dois ciclos de estudos (licenciatura e mestrado), em 5 instituições de ensino superior universitário e&#xD;
politécnico – Universidade Lusíada de Lisboa (Faculdade de Arquitetura e Design e Faculdade de Arquitetura e Artes), Universidade Técnica de Lisboa (Faculdade de Arquitetura), Instituto Politécnico de Castelo Branco (Escola Superior de Artes&#xD;
Aplicadas), Universidade Católica de Braga (Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais) e Universidade de Évora (Escola de Artes).&#xD;
Os projetos profissionais são uma amostragem de 32 anos de atividade para 20 clientes institucionais e particulares, em design estratégico, design de produto, design de serviços, design de sistemas, design de comunicação, design de ambientes, curadoria e consultoria.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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