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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/641</id>
  <updated>2026-06-26T22:14:48Z</updated>
  <dc:date>2026-06-26T22:14:48Z</dc:date>
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    <title>GENTÍLICOS E GLOSSÓNIMOS EM ANTIGOS ADAGIÁRIOS: OS POVOS E AS LÍNGUAS PENINSULARES NA ÓTICA DOS PROVÉRBIOS</title>
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      <name>Gonçalves, Maria Filomena</name>
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    <updated>2026-06-23T14:17:27Z</updated>
    <published>2026-04-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: GENTÍLICOS E GLOSSÓNIMOS EM ANTIGOS ADAGIÁRIOS: OS POVOS E AS LÍNGUAS PENINSULARES NA ÓTICA DOS PROVÉRBIOS
Authors: Gonçalves, Maria Filomena
Editors: Álvarez Pérez, Xosé Afonso; Menéndez Fernnández, Claudia Elena
Abstract: Homenageando José Enrique Gargallo, este capítulo trata da presença de glossónimos e glotónimos em antigos adagiários portugueses e castelhanos, obras que traduzem a perspetiva de um povo sobre outro(s).</summary>
    <dc:date>2026-04-30T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:47:00Z</updated>
    <published>2026-07-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages
Authors: Miranda, Flávio
Editors: Boestad, Tobias; Höhn, Philipp
Abstract: O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa germânica no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV.O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa alemã no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV. A hipótese central é que esta relação teve amplo alcance geográfico, especialização moderada e baixa probabilidade de conflito. Os hanseáticos dominaram a exportação de sal português — sobretudo de Lisboa e Setúbal para o Báltico —, enquanto os portugueses concentravam o seu comércio na Flandres e na expansão atlântica e africana. Bruges foi o epicentro de uma vasta rede que ligava a Hansa aos mercados europeus. As disputas foram raras e prontamente resolvidas por instituições locais, refletindo uma relação comercial globalmente estável e cooperativa.</summary>
    <dc:date>2026-07-01T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Morphogenèses. A Propósito da Exposição "Topomorphias" de Jorge Martins</title>
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      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <updated>2026-06-19T15:45:15Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Morphogenèses. A Propósito da Exposição "Topomorphias" de Jorge Martins
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: La peinture de Jorge Martins a réussi précisément &#xD;
là où - pour des raisons diamétralement opposées -, &#xD;
Duchamp et Malevitch ont échoué. JRdS&#xD;
                                                                                                                                          &#xD;
A pintura de Jorge Martins é boa para pensar. Mas, porque consiste em construir enigmas e labirintos de que o observador dificilmente escapa, a obra de JM é difícil de pensar. O desafio que coloca é o de situar a imensa diversidade das obras (técnicas, matérias, maneiras, formatos), no conjunto que formam. A perspectiva que adopto ao reflectir sobre as obras expostas é, por assim dizer ortogonal em relação a algumas perspectivas que, com toda a legitimidade, foram sendo avançadas aqui e ali. Não me parece que o Jorge  trabalhe como um "pintor de séries" e mesmo que certas obras apareçam em conjuntos, reunidas por fortes afinidades entre elas, não me parece adequado pensar esses grupos em termos de "séries". (...) O problema que se coloca ao tentar dar conta das obras do Jorge aqui expostas (como se diz em português "dou / não dou conta do recado"), é em primeiro lugar encontrar uma linguagem de descrição adequada à materialidade da obra, associada a uma hipótese sobre a intencionalidade que preside à sua realização. Toda a obra (só do Jorge?) integra uma parte de acaso, de imprevisível e de involuntário. "Quantas vezes a minha mão (e o meu olhar) segue rumos que a minha razão não deseja? Escutemos JM: "E parece que a vontade não consegue "impor-se ao risco"? J.M., Cadernos [542]</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:45:02Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: Entre itinerantes e sedentários, os mercadores portugueses estabeleceram-se em cidades como Harfleur e, sobretudo, Bruges, onde a comunidade surgiu em 1438. Integrados em redes que uniam o mar do Norte, o Atlântico e o Mediterrâneo, ampliaram o horizonte comercial português e estimularam migrações que transformaram a economia do reino.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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