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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/1032</id>
  <updated>2020-03-04T05:39:17Z</updated>
  <dc:date>2020-03-04T05:39:17Z</dc:date>
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    <title>A homeland divided in squares: Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) identity panels</title>
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      <name>Leandro, Sandra</name>
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    <updated>2019-02-27T22:13:03Z</updated>
    <published>2018-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A homeland divided in squares: Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) identity panels
Authors: Leandro, Sandra
Editors: CARVALHO, Rosário Salema de
Abstract: Considered the founder of Art History in Portugal with a rigorous method, Joaquim de Vasconcelos was also a Musicologist, Museologist, Teacher and Professor, Art Critic and a "champion" of visual transmission “systems” like Photography and Drawing. His capacity for critical analysis, his anarchic enthusiasm for various areas of knowledge indicating right or wrong tracks when almost everything was still to be done, impose him as an anti-mythical and unique character who created his own legend, a myth and a romantic hero, a master of himself far beyond from Gottfried Semper (1803-1879) or Giambattista Cavalcaselle (1819-1897) just to point out two of the masters that he admired. Homeland squares is not only a way of referring how tiles are a very important part of the Portuguese identity puzzle, but also a way of alluding to the geometry of parallels and meridians that Joaquim de Vasconcelos drew when trying to identify the Art in Portugal.Considerado o fundador da História da Arte em Portugal com um método rigoroso, Joaquim de Vasconcelos foi um Musicólogo, Museólogo, Professor, Crítico de Arte e "campeão" dos sistemas de transmissão visual como a Fotografia e o Desenho. A sua capacidade de análise crítica, o entusiasmo anárquico por várias áreas do conhecimento indicando pistas certas, ou erradas, num tempo onde quase tudo estava ainda por escrever, impõe Vasconcelos como um caráter anti-mítico e único, um homem que criou a sua própria lenda, um mito e um herói romântico, um mestre de si mesmo muito além de Gottfried Semper (1803-1879) ou Giambattista Cavalcaselle (1819-1897). apenas para apontar dois mestres que admirava. A Pátria aos quadrados expressa, em metáfora, como os azulejos são uma parte muito significativa do quebra-cabeças da identidade portuguesa e alude igualmente à geometria dos paralelos e meridianos que Joaquim de Vasconcelos desenhou ao tentar identificar a Arte em Portugal.</summary>
    <dc:date>2018-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Álvaro Siza, escultor</title>
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      <name>Silva, Ana da</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/21827</id>
    <updated>2018-01-22T12:07:21Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Álvaro Siza, escultor
Authors: Silva, Ana da
Abstract: Sobre o arquitecto que queria ser escultor, pretende este artigo analisar as abordagens de Álvaro Siza à escultura. Sendo a sua produção artística desenvolvida sob a existência desta vocação original associada a uma formação e prática arquitectónicas, a sua obra apresenta-se, naturalmente, como um produto da relação entre as duas artes.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Tragicomédias de Julião Machado (1863-1930) e uma cena extra: José Malhoa no Rio de Janeiro em 1906</title>
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      <name>Leandro, Sandra</name>
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    <updated>2015-03-30T18:19:14Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Tragicomédias de Julião Machado (1863-1930) e uma cena extra: José Malhoa no Rio de Janeiro em 1906
Authors: Leandro, Sandra
Editors: Duarte, Eduardo; Ortigão, Maria João
Abstract: «Que dados biograficos te posso eu dar, de / mim? Sou um pobre diabo sem “passado”. (…) Fiz bonecos, sempre bonecos, uns máos, outro (sic) peio-/res, mas procurando exprimir, com sinceridade, / sentimentos, ou idéas, o que quer dizer que fui / sempre um sensaborão para todos a quem os / sentimentos e as ideias, expressas com sinceridade, não interessam. Resido ha perto de trinta / anos no Rio de Janeiro, onde algumas pessôas / de bem me distinguem com a sua estima / e mesmo com a sua amizade. Entre varias bla-/gues que fiz para theatro, escrevi O Modelo, / em trez actos, que conheces, porque a viste brilhan-/tissimamente representada pelo Chaby [Pinheiro] e pela / Aura [Abranches], cujos talentos fizeram d’ella uma cousa / que a mim mesmo surpreendeu… E é tudo!» &#xD;
	Não, não era tudo. Caricaturista extremamente admirado sobretudo no Brasil, ilustrador de jornais e livros, cenógrafo, desenhador de ex-libris, jornalista, dramaturgo, escreveu o parágrafo anterior com o torturado desencanto de um final de vida descontente.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Tipografia: Método e processo de digitalização</title>
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      <name>Navarro Marques, Tiago</name>
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    <updated>2015-02-20T16:10:47Z</updated>
    <published>2009-12-15T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Tipografia: Método e processo de digitalização
Authors: Navarro Marques, Tiago
Abstract: A Tipografia é o registo visual da oralidade. Tal como a fala deverá obedecer a determinados critérios para a sua eficaz aprendizagem, o universo da Tipografia, iniciando na escrita, também ela necessita de um processo intransigente para a sua correcta usabilidade. A sua adequada aplicação requer algumas regras de base, consideradas como áureas desta arte visual, que se tornam indispensáveis no momento da trajectória entre o tradicional e o digital. A configuração metodológica desta exposição baseou-se em duas vertentes essenciais: por um lado, embora limitada pela sua escassez, a bibliografia existente contribuiu para a adopção de um vocabulário técnico sólido; por outro lado, num patamar prático, foram indispensáveis as sessões de Tipometria Virtual orientadas por Rodríguez.</summary>
    <dc:date>2009-12-15T00:00:00Z</dc:date>
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